quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Rugby Feminino em Dubai


A organização do Dubai Sevens divulgou as listas completas das seleções que disputarão o torneio feminino. O Brasil havia viajado para os treinos na Nova Zelândia com 15 jogadoras, mas apenas 12 poderão jogar nos Emirados Árabes Unidos. Assim, o time brasileiro ficou com:

Luciana Santos
Angelica Gevaerd
Júlia Sardá
Edna Santini
Paula Ishibashi
Carla Barbosa
Jéssica Santos
Beatriz Muhlbauer
Thais Rocha
Gabriela Ávila
Luiza Campos
Mariana Ramalho
Fonte:Portal do Rugby 

Modelo Paranaense

Foto: Dani Mayer/Divulgação

O post Modelo Paranaense, publicado aqui em outubro, apresentou um “case” a ser seguido e, mesmo que não seja possível viabilizar projetos semelhantes em todos os clubes do Brasil, pode ao menos indicar o caminho para um futuro sustentável.
Outro exemplo paranaense que especialmente as federações podem seguir refere-se à divulgação de eventos. Antes e após a última etapa do Circuito Paranaense de Sevens e da Copa Renault, realizadas simultaneamente no último final de semana, em Curitiba, o clube organizador mostrou ser uma exceção à regra nesse contexto, com alguns serviços básicos, mas que na maioria das vezes não são considerados relevantes pelos promotores de competições, o que ajuda a tornar o esporte órfão de divulgação nos sites, jornais e demais meios de comunicação.
O Curitiba preparou releases à imprensa, tabela atualizada de jogos – antes, durante e depois do evento – transmitiu partidas pelas redes sociais e cedeu fotos para divulgação.
Essa organização e sobretudo preocupação dos paranaenses em mostrar o evento explicam em parte o fato de terem viabilizado transmissão dos jogos finais do torneio pela televisão local. A maioria das federações e clubes demora dias, às vezes semanas para divulgar resultados das partidas. Outros sequer fazem e, no final, ainda cobram os meios de comunicação por considerarem que estes estão dando as costas para a modalidade.
O exemplo do Curitiba não é caro, está longe de exigir um grande investimento. O crescimento do esporte no país não passa somente por grandes vitórias dentro de campo, mas também pela preocupação dos clubes em mostrar a modalidade. Se o esporte não é visto, obstrui a viabilização de patrocinadores e outros tantos fatores necessários para que o rúgbi siga crescendo no país.
Fonte: Terceiro Tempo

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Capitão do Farrapos Claudinei, o Pequeno


O Música no Esporte queria saber como é ser o Capitão do Time então falamos com Claudinei Wronski , o Pequeno, Capitão do Farrapos Rugby Clube, que fala aqui da sua rotina e um pouco mais.


ME - Como é a sua rotina de treinamentos?

CW -  Musculação quando possível, no mínimo três vezes por semana. Treino de Rugby terça, quinta e sábado.

ME - Como é conciliar a sua vida particular com Rugby?

CW - Não é fácil para quase todo mundo, pra mim não é diferente, pois tenho uma filha de um ano e meio, minha esposa é enfermeira, trabalha nos horários que eu tenho treino. No entanto, conto com a ajuda da minha sogra, cunhada e quando necessário, das esposas e namoradas de outros jogadores, que se disponibilizam a cuidar dela enquanto eu treino.

ME - O que é ser o capitão, e como é ser o capitão do Farrapos?

CW - Ser capitão é às vezes ser sério, ser sempre responsável, dar o máximo de bons exemplos, é ser humilde, é saber que você não é mais que ninguém. 
Ser capitão do Farrapos é fácil, os jogadores se cobram entre eles, não há necessidade de intervenção de capitão, técnico ou presidente, assim não se torna desgastante.

       ME - Fale um pouco de tua carreira no Rugby, onde conheceu o Rugby?

       CW - Conheci o Rugby em 2008, alguns amigos comentavam sobre um time na cidade. Um dia fui fazer Rafting, o instrutor da empresa era jogador do Farrapos e me convidou para assistir um treino. Fui sem compromisso e até treinei. Estou até hoje.

ME - O que esse espirito do Rugby?

CW - O Rugby é uma extensão de nossa vida. Temos dificuldades, superação, espírito de equipe, vitórias, derrotas,recuamos, avançamos, caímos, levantamos, choramos, rimos, sofremos, vibramos... No final, o que fica são as amizades e ótimas lembranças de cada treino, de cada jogo.

Nosso agradecimento ao Farrapos Rugby Clube e ao Pequeno o Sr. Claudinei Wronski, que muito gentilmente nos respondeu.

Rugby Juvenil

Foto: Mario Henrique/Divulgação

A CBRu anunciou ontem detalhes do Campeonato Brasileiro Juvenil de 7’s – Copa Cultura Inglesa de Verão -, que apontará os melhores times do país nas categoria M16, M18 e M16 Feminino.
O torneio acontecerá uma semana antes do Brasil Sevens, nos dias 19 e 20 de janeiro, em Embu das Artes (SP). Na M18, serão doze participantes. A distribuição de vagas ficou definida da seguinte forma: São Paulo (5), Rio de Janeiro (1), Santa Catarina (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Minas Gerais (1). Duas vagas estão abertas para convidados.
A M16 terá oito participantes. São Paulo terá três vagas. As federações fluminense, catarinense, paranaense, gaúcha e mineira têm direito a indicar um representante cada.
Já o inédito Brasileiro de 7’s M18 Feminino contará com seis seleções estaduais, sem critério de classificação. Os interessados em participar devem comunicar a CBRu até a próxima sexta-feira.
Fonte: Terceiro Tempo

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Cris Capeletti


Música no Esporte hoje trás Cris Capeletti, professora de rugby, atuando como responsável pelas categorias de base M13 e M16, do Serra Rugby Clube de Caxias do Sul, falou um pouco do seu trabalho e do Clube com as crianças do Serra Rugby Clube.


ME - Como está sendo elaborado o trabalho com a categoria infantil?

CC - Através de um financiamento da prefeitura por um projeto escrito pelo Clube conforme protocolo da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. O Fundo de Desenvolvimento de Esporte e Lazer (FUNDEL) é o financiador.

ME - Qual a freqüência de treinamento?

CC - Duas vezes por semana cada categoria, M13 e M16

ME - As crianças, para dar inicio a atividade passam por teste clinico?

CC - Sim, devem apresentar atestado médico.

ME - O desempenho escolar recebe acompanhamento? E é fator de consideração para pratica do aluno?

CC - Sim, crianças com notas baixas usam o tempo da escolinha para reforço escolar.

Nosso agradecimento a Cris Capeletti e nosso desejo que mais pessoas conheçam o trabalho que o Rugby vem desenvolvendo em diversos pólos e que sigam o exemplo do Serra Rugby Clube e que os demais clubes possam receber através de projetos como o acima desenvolvido venha contemplar tantos outros, parabéns Cris e siga com o seu trabalho.


Circuito Gaúcho de Sevens 2ª Etapa

Charrua quebra invencibilidade do Farrapos no Circuito Gaúcho de Sevens
Na véspera de completar cinco anos, o Farrapos recebeu um presente de grego do Charrua: perdeu a invencibilidade e a liderança isolada do Circuito Gaúcho de Sevens.
Após passar incólume no torneio em 2011 - venceu todos os jogos - e conquistar a primeira etapa deste ano com 100% de aproveitamento, o Farrapos deu adeus à longa invencibilidade com tropeço diante do tradicional rival de Porto Alegre, na final da segunda etapa, em São Leopoldo, por 7 a 5.
Com o triunfo, o Charrua chegou aos mesmos 35 pontos do Farrapos na classificaç Etapaão geral e ambos vão brigar pelo título na última etapa, no dia 08 de dezembro, em Bento Gonçalves.
O campeão da Taça Prata na etapa de hoje foi o San Diego, que passou pelo Universitário por 14 a 12. A Taça Bronze ficou com o Walkirians, que derrotou o Serra na decisão por 12 a 7. Logo abaixo de Farrapos e Charrua, a classificação do Circuito tem o San Diego (24), Universitário (20), Walkirians (16), Serra (12), Novo Hamburgo (8) e Corsários (6). Os dois primeiros se classificarão ao Brasil Sevens.
Feminino
No feminino, o Charrua manteve o predomínio regional. Na segunda etapa do Circuito Gaúcho, que aconteceu em paralelo à disputa do masculino, repetiu o desempenho da primeira e venceu todos os jogos que disputou.
O vice-campeão foi o Panteras Negras, em terceiro ficou o Atlântico Sul e em quarto o Serra. Na classificação geral, o atual campeão Charrua lidera com 40 pontos, seguido pelo Panteras (30), Serra (22) e Atlântico Sul (22).
Assim como o masculino, o Circuito Gaúcho Feminino vai encerrar em Bento Gonçalves, no dia 08 de dezembro. Apenas o campeão conquistará o direito de disputar o Brasil Sevens.

Fonte: Terceiro Tempo



segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Marcelo Toscano - Gerente de Arbitragem


Ola, bom dia!

O Música no Esporte através da assessoria de comunicação da CBRU entrevistou o argentino Sr. Marcelo Toscano novo gerente de arbitragem contratado pela Confederação Brasileira de Rugby, com o intuito de elevar o nível técnico dos árbitros nacionais, encaminhamos as seguintes questões a ele:

ME - Como o Sr. Marcelo Toscano, vê o nível da arbitragem brasileira?

MT - O primeiro objetivo de meu trabalho na CBRu será identificar onde estamos parados em matéria de arbitragem. Brasil tem alguns representantes de nível que tiveram participação a nível sul americano.  Parte deste desafio será levá-los ainda mais acima. Sem dúvida o desafio será levar à arbitragem de rugby de Brasil, ao mesmo lugar que o que se está realizando com o jogo. O desafio é grande, a dirigencia da CBRu tem muito claro para onde quer ir, e a arbitragem não é nem será a exceção.

ME - Recentemente tivemos um arbitro gaúcho o Sr. Ricardo Santanna, que trabalhou na Venezuela, e ficou muito feliz com a oportunidade recebida, de que modo o senhor vê essas oportunidades de intercâmbio, uma vez que atuar fora do Brasil sempre vai trazer mais experiência, aos nossos árbitros?

MT - Ricardo é um dos árbitros com maior futuro em Brasil. E a oportunidade que ele teve em Venezuela, não é a única que estão tendo os árbitros brasileiros. Henrique Platais da FFR esteve recentemente em Córdoba (Argentina) para o Sul-Americano "A,” e isso apesar de que Brasil não jogava esse torneio. Também teve uma grande quantidade de intercâmbios com Uruguai e Argentina, e estou completamente seguro que arbitrar um nível de jogo mais desenvolvido repercute no nível de desenvolvimento dos árbitros. Buscaremos afiançar o trabalho que se vem realizando neste aspecto, e incrementaremos na medida em que os recursos no-lo permitam. 

ME - Como gestor de arbitragem pretende viajar e conhecer mais de perto os pólos em crescimento, dando um maior acompanhamento?

MT - Dêem por fato que pretendo conhecer a cada um dos rincões onde exista a possibilidade de desenvolver a arbitragem. Brasil é um país muito grande, e sem dúvida não será uma tarefa fácil, mas conto com o apoio dos dirigentes da CBRu para conseguir este cometido. Só como exemplo, o próximo fim de semana estarei visitando Manaus durante um torneio de seven ao que fui convidado a participar. Em meus sete anos de trabalho na UAR, posso gabar-me de ter trabalhado em todas e a cada uma das províncias (estados) argentinos, em coordenação com as Uniões provinciais (federações estaduais). O trabalho de coordenação aqui, sem dúvida, será fundamental para conseguir avançar todos em conjunto, para que o crescimento da arbitragem seja equilibrada. Tenho estado em RS três vezes já neste ano, e estou ao tanto da situação da arbitragem no âmbito da FGR. O dantes possível estarei em contato com suas autoridades para mostrar-lhes o plano que a CBRu tem para desenvolver a arbitragem em Brasil.

ME - Em quanto tempo espera implantar um programa de alto rendimento?

MT - Já se está trabalhando num Plano de Alto Rendimento para a arbitragem também, que irá da mão com o Alto Rendimento do Jogo. Minha idéia é que quanta mais gente participe em sua preparação, a mais gente abarcará o mesmo. Uma vez que se apresente ao Conselho Diretivo da CBRu e seja aprovado, se comunicará às Federações Estaduais.

ME - Como o senhor recebeu o convite para ser gerente de arbitragem da CBRU?

MT - A CBRu comportou-se em forma muito profissional neste ponto. Chamou a Concurso de antecedentes, sei que se apresentaram muitos candidatos interessantes, e finalmente, se decidiram por mim. É um bom momento para agradecer a confiança depositada em mim por parte do Conselho da CBRu. Espero estar à altura das circunstâncias. 

O Música no Esporte desde já deseja muito sucesso no seu trabalho e agradecemos ao senhor e a assessoria de comunicação da CBRu na pessoa da Andressa Rufino que muito gentilmente nos atendeu, gratos.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Lanceiros Negros


Lanceiros Negros Rugby Clube - Homenagem de Canoas



Entrevistamos o Presidente dos Lanceiros Negros Rugby Clube, Raôni Poeta, e aproveitamos para parabenizar os Lanceiros pela homenagem recebida do governo do município de Canoas por todo trabalho bem desenvolvido junta a comunidade de Canoas.

ME- Ao receber essa homenagem do município de Canoas, com certeza aumenta a responsabilidade social?

RP- O Lanceiros sempre fez seus trabalhos tentando ao máximo atender esse lado social do esporte e do rugby. Tentamos de diversas maneiras contribuir com a cidade que é nossa casa. Agora com essa homenagem na verdade ficou claro que a cidade tem notado nosso trabalho e isso só nos da mais motivação para continuarmos o nosso trabalho.

ME- Qual a visão que os Lanceiros têm hoje em relação às ações sociais e o que vem sendo desenvolvido neste sentido, existe algum projeto nessa área?

RP- Como falei, o Lanceiros sempre tenta de algum forma contribuir nessa área. Às vezes é difícil pela falta de mão de obra ou de recursos, mas dentro do possível tentamos dar a devida atenção a isso. Um dos projetos para o ano que vem é tentar inaugurar a escolinha de Tag para crianças entre nove anos e 13 anos.

ME- A realização da conferência da FGR em Canela no mês de setembro atendeu tuas expectativas trouxe algo novo e motivador aos Lanceiros?

RP- Sim, todos nós da diretoria do Lanceiros gostamos muito da conferência. Achamos extremamente produtivas as atividades propostas, e as palestras também foram muito boas. Para nós foi muito bom ver o reconhecimento da federação pelos nossos esforços e também saber dos projetos para o ano que vem.

ME- E dentro de campo como está à preparação dos atletas, condicionamento físico tão necessário? (uma vez que os horários devem ser apertados, para que se possa ter uma melhor preparação)

RP- Dentro de campo o trabalho é ainda mais forte. O Lanceiros esse ano vem numa crescente e o resultado disso é "subida" de categoria para o ano que vem.
Sabemos que será uma dura batalha e estamos buscando o aperfeiçoamento técnico e físico, com preparações no campo e fora dele. Um dos projetos para ano que vem também é a contratação de um preparador físico especializado.

ME- E como estas vendo o crescimento do Rugby, no Rio Grande do Sul?

RP- Minha visão sobre o rugby e seu crescimento não poderia ser melhor. É cada vez mais visível o esforço coletivo que se faz pra isso e os frutos que isso gera. Hoje podemos dizer que o RS trabalha muito bem numa espécie de cooperativismo competitivo, onde cada clube tenta de diversas maneiras elevarem suas próprias qualidades, mas ao mesmo tempo está imbuído numa missão maior de fazer crescer o rugby no estado e no Brasil.


ME- Que sugestões tu deixarias, com relação à participação da FGR junto aos Clubes?

RP- Acho que esse ano tem sido um bom ano pra federação, onde a comunicação foi mais ativa que nos anos anteriores, e isso ajudou bastante, visto que a atividade dos clubes depende muito das atividades da FGR, mas isso ainda pode melhorar bastante, é sempre importante tentar manter um feedback constante das atividades que vem sendo realizadas pela FGR. Outra coisa que sentimos falta é a mão de obra especializada. A tentativa de formação de treinadores dentro dos clubes com cursos IRB é excelente, mas seria muito bom se tivéssemos mais clínicas com treinadores de fora como a que foi feita com os treinadores do Crusaders no meio do ano. Talvez até promovendo intensivos dentro de cada clube, obviamente mediante a algum tipo de ajuda de custo.


Raôni Poeta
Presidente Lanceiros Negros Rugby Clube

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Beisebol

Vem ai o Beisebol aguardem...



Jardel Vettorato - Seleção


Em entrevista ao nosso blog Jardel Vettorato, fala de sua convocação para a Seleção Brasileira em jogo contra o Paraguai:
ME- Como foi ter teu nome entre os convocados a participar do jogo contra o selecionado Paraguaio?
JV- É sempre muito bom ver um trabalho reconhecido, principalmente quando este chega através de uma convocação acredito que a convocação reconhece um trabalho que foi realizado, mas ao mesmo tempo nos impõe desafios mas duros, pois precisamos nos doar ao máximo para buscar uma melhor forma física e técnica, eis que estamos a defender o Brasil e o crescimento do esporte depende diretamente do desempenho da Seleção Nacional. Hoje, a entidade já esta disponibilizando as ferramentas para isso (Parceria Crusaders), compete a nós jogadores usufruir ao máximo e buscar os resultados. O confronto com o Paraguai é visto como o maior desafio do ano vale a permanência do Brasil no Consur A, bem como o direito de disputar uma à vaga da repescagem da América do Sul pelas vagas da Copa do Mundo de Rugby de 2015. Todos sabem a importância deste confronto, ainda mais pelo fato de que o mesmo será televisionado para todo o país, logo, todos poderão ter o privilégio de acompanhar o desempenho da equipe e dos respectivos atletas. Este jogo é o foco absoluto de todos os atletas convocados.
ME- Aguardavas por essa oportunidade ou te pegou de surpresa?
JV- Estava um tanto receoso, eis que vinha de lesão no ombro direito que impossibilitou jogar importantes partidas do Super 10 com o  Farrapos em especial, o jogo pelas quartas de final. Estava trabalhando duro na fisioterapia para recuperá-lo e agora estou pronto para ajudar a Seleção.
ME- Como repercutiu a noticia da tua convocação com os familiares e amigos, além é claro da emoção?
JV- A família ficou animada, cada convocação é o reconhecimento de que as coisas estão sendo feitas no caminho correto e se não fosse o apoio incondicional da família, em especial, da minha esposa, estes resultados não seriam possíveis. Como disse, fico sempre muito feliz a cada convocação, como se fosse à primeira. Passada a euforia, procuro focar todas as forças para corresponder dignamente o privilégio de ser chamado para defender as cores de meu país.
ME- Sendo atleta de um clube como o Novo Hamburgo Rugby Clube, que da mostras do seu crescimento dentro de campo com haja vista a tua convocação evidente que muito se deve ao trabalho coletivo, mas como clube ele vem mostrando um crescimento administrativo que da ao atleta esse respaldo, como tu vê isso?
JV- O Novo Hamburgo Rugby Clube é um exemplo de organização administrativa focado para o crescimento do Clube não apenas como time de Rugby, mas sim de uma entidade sustentável. O NHRC tem ambicionado fortalecer sua estrutura administrativa, sendo os resultados da equipe conseqüências deste trabalho. Esta seriedade na gestão do Clube propicia melhores condições de trabalhos para o desenvolvimento dos atletas. O NHRC foi o primeiro Clube pelo qual disputei partidas de RUGBY XV pela primeira divisão do Campeonato Gaúcho, foram muitas experiências que certamente agregaram muito ao trabalho que agora é posto a serviço da Seleção Nacional.

 ME- O que na tua visão tanto clubes como federação poderiam estar fazendo que ainda não fizessem na intenção e colocar mais oportunidades ao Rugby Gaúcho?
JV- Precisamos qualificar a infra-estruturar de nossos campeonatos, de modo a diminuir custos para os Clubes, bem como propiciar maior números de jogos, com turno e returno. Isto seria fundamental. A parte de fomento da parte técnica vem sendo incrementada positivamente com os cursos de capacitação. Outro ponto é apostar definitivamente em campeonatos e competições juvenis. Qualidades técnicas e funcionais somente são bem assimiladas pelo corpo quando estamos na fase de crescimento. Atletas que jogam Rugby desde crianças possuem habilidades superiores a de atletas que começaram a dois ou três anos jogar Rugby. Acredito que estes são os caminhos. Precisamos nos qualificar para almeja vôos maiores para o RUGBY Gaúcho.


ME- Nosso especial agradecimento ao cidadão Jardel Vettorato pela entrevista concedida, e pedimos desculpas por só agora estarmos publicando, por motivos alheios a nossa vontade, e por respeito ao nosso entrevistado colocamos aqui as palavras do atleta que participou do confronto contra o Paraguai. Obrigado Jardel.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Luiza Campos -


Uma Gaúcha na Nova Zelândia...

Conversamos com Luiza Campos, convocada para a seleção brasileira feminina, o que deixa o Rugby Gaúcho Feminino repleto de orgulho!  
Como podemos observar está é tua segunda convocação, mas o que ocorreu na primeira vez em que deverias te apresentar?

Bem na verdade eu fui convocada pra jogar o mundial universitário na França que por sua vez acabou não acontecendo.
Então essa é a primeira vez que vou representar o Brasil.

Luiza, conta para nos o que representa pra ti praticar o Rugby?

O Rugby pra mim é um estilo de vida, me apaixonei por ele desde o meu primeiro treino. Já não conseguia me imaginar vivendo sem treinar e depois que joguei minha primeira partida parece que se tornou mais víciante ainda.
rugby é um esporte de contato, mas mesmo com tanto contato ele é um esporte que exige muito respeito, treino e dedicação. você tem que respeitar seus colegas e adversários dando no mínimo tudo que você tem no tanque e tem que respeitar o juiz mais do que respeita sua própria mãe.
Se você não se dedica não evolui e não consegue curtir o que ele tem pra dar.
é um jogo de estratégia, necessita que usemos a cabeça também e não somente a força bruta.
E o melhor de tudo é que jogamos com nossos amigos, que se tornam nossas famílias dentro e fora do campo, é um esporte de integração e coletividade inexplicáveis.

De que forma o Rugby entrou em tua vida?

Eu conheci o Rugby através de uma amiga minha, que tinha recém começado a praticar e disse que era muito legal, como eu estava a um tempo querendo voltar a fazer algum esporte fui conhecer esse tal de Rugby, cheguei ao local do treino e olhei homens e mulheres gordos, magros, altos, baixos, todos juntos treinando se divertindo aquilo me cativou de tal maneira que até hoje quando acordo em dia de treino fico mais animada que criança na manha de natal.

E como é essa viagem com passagem pela Nova Zelândia, vai ser bacana estar no país onde se joga o fino do Rugby?

Nossa nunca na minha vida sonhei em ir pra este lugar onde Rugby é jogado dentro da barriga das mães. Fico muito feliz em poder ter esta oportunidade e vou tentar sugar e aprender tudo que eu poder lá pra quando eu voltar poder ajudar meu time e o esporte que eu amo a crescer mais ainda no Brasil.

Ser convocada sem dúvida é um prêmio ao trabalho, mas também uma responsabilidade, fale um pouco sobre isso?

Realmente venho trabalhando muito duro ao longo desse ano que entrei na seleção e antes disso também, mas é realmente uma grande responsabilidade e um peso estar vestindo as cores do Brasil e representando o mesmo La na NZ, mas é sempre bom saber que tudo que tenho feito tem dado resultado e concretiza quando chegar La vai dar tudo de mim e muito mais.

De que forma estas vendo a evolução do Rugby no estado e no pais de um modo geral?
Eu jogo Rugby há apenas três anos, mas nesses três anos já posso notar que aqui no Rio Grande do Sul teve uma grande evolução, tanto na quantidade de atletas praticantes quanto na qualidade do Rugby do nosso estado, temos um time que disputa o super 10 (Farrapos Rugby Clube), meu time ano passado terminou em quarto lugar no Campeonato Brasileiro que aconteceu em Embu das Artes. No país a coisa não é diferente todos os anos o numero de atletas aumenta gradativamente, os jogos ficam mais duros e com mais qualidades, tenho visto muitos times com categorias de base que é o mais importante pra evolução do esporte.

O que tu achas que poderia ser feito e não está sendo para  crescimento do Rugby?
Acho que o Rugby esta no caminho certo, agora que vai voltar a ser um esporte olímpico as pessoas vão começar a olhar com outros olhos pra ele, vai ter mais incentivo, mais espaço na TV e nos jornais o que vai tornar tudo muito mais fácil para quem pratica e quem gosta do esporte.

O teu clube o Charrua tem a preocupação de formar uma escolinha, esse trabalho na base, como esta?
No Charrua a gente tem uma escolinha para crianças de até 14 ou 15 anos, e vem aumentando o numero de crianças e diminuindo a idade em que elas entram, tem crianças de 6 anos até uns 14. Temos planos para em 2013 entrarmos com um projeto no governo para nos ajudar, mas infelizmente não sei muito bem como é isso e como está rolando.

Fica aqui nossos agradecimentos e boa sorte a vocês todas na seleção. Aguardamos a sua volta.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ricardo Santanna

Arbitro Gaúcho na Venezuela – Ricardo Santanna




Conversamos com arbitro gaúcho de Rugby o Sr. Ricardo Santanna, que esteve na mais recente edição do Sul-americano Juvenil em disputa na Venezuela, vejamos então o que eles no disse:
  
1      ME- Há quanto tempo vens arbitrando no Rugby?
       RS-Estou na arbitragem desde 2009. 
  
2    ME- Para que você participe de um torneio ou campeonato fora do Brasil, como no caso deste que acabas  de       regressar, o da Venezuela, qual o órgão que te participa qual a entidade?
      RS- A Confederação Sul-Americana de Rugby (CONSUR) designa uma vaga para um árbitro brasileiro.  Cabe a CBRu indicar alguém. Tive a felicidade de ser o escolhido.
  
3     ME- Hoje se fala muito no crescimento do Rugby no Brasil e no mundo, como um esporte que            cresce a cada dia, você vê de que forma nos demais setores esse crescimento? 
       Por exemplo, na arbitragem que é o setor onde atuas, está sendo feito um trabalho que da o respaldo necessário? 
      RS- Desde o ano passado a arbitragem vem ganhando um espaço maior no cenário nacional. A CBRu sempre que possível propicia inter-câmbios, seja trazendo educadores ao Brasil, seja proporcionando viagens para torneios de maior nível. Ainda temos que trabalhar muito e crescer muito dentro da arbitragem, principalmente com o nível do jogo aumentando cada vez mais, mas acredito que se está construindo um bom caminho.
   
4     ME- Atualmente no Rio Grande do Sul  quantos árbitros temos trabalhando ativamente?
       RS- Acredito que ao redor de seis.
  
C    ME-Com o advento da Olimpíada de 2014, teremos com certeza uma grande exposição de todo esporte praticado no mundo, o que você acha que isso pode deixar ao Rugby brasileiro, bem como aos demais esportes? 
      RS- Se conseguirmos aproveitar todo o investimento que está sendo feito será um grande avanço. Não podemos esquecer que 2016 é apenas uma etapa e precisamos continuar evoluindo em 2017, 2018, etc.

6     ME- O que tens a nos dizer a respeito do nível das arbitragens e do rugby praticado agora a pouco lá na Venezuela? 
       RS- Foi o terceiro Sul-Americano B que tive a oportunidade de participar e se nota a evolução de alguns países e   o declínio de outros. A Colômbia  evoluiu bastante, mas em compensação o Peru, campeão em 2010 decaiu, ficando em último lugar. O Paraguai, que ano passado foi rebaixado do Sul-Americano A, estava um nível acima dos outros e com certeza se pode ver pelo jogo muito duro com o Brasil, apesar de nossa vitória, pela vaga no Sul-Americano A do ano que vem. Com relação a arbitragem, sempre se exige o máximo do árbitro em um torneio Sul-Americano. Qualquer erro repercute e temos que estar focados para minimizar as chances. Se formou um grande grupo de árbitros durante o torneio e acrediito que todos realizaram um grande trabalho.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Rugby S Leopoldo 2012


         
No domingo tivemos a etapa final do Festival Gaúcho de Rugby 2012  com a participação de várias equipes. E o vencedor Centauros Rugby Clube sagrou-se Bi-Campeão da categoria formativa, que tem como Vice-Campeão os Lanceiros Negros Rugby Clube, que assim irão participar em 2013 da segunda divisão do Circuito Gaúcho. Parabéns a todos os que lá estiveram presentes e principalmente a todos os clubes participantes: Charrua Rugby Clube, Desbravadores Rugby Clube, Garra Rugby Clube, Guaíba Rugby Clube, Mutchatchos Rugby Clube e ao dono da casa e organizador como anfitrião ao Pampas Rugby Clube.

domingo, 18 de novembro de 2012

Rugby Feminino na Nova Zelândia


Seleção Brasileira Feminina em treinamento na Nova Zelândia, vence jogando contra a equipe do Linwood/Burnside.
Fonte: Portal do Rugby


Brasil Rugby


Seleção Brasileira de Rugby conquista Taça Prata em Torneio na Nova Zelândia

Ao vencer três equipes o Brasil conquistou o quinto lugar e fica com a Taça Prata pelo torneio de Canterbury, realizado na Nova Zelândia, na cidade de Christichurch. Fonte:Terceiro Tempo


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Rugby do Centauro - Promoção de Camiseta

Na promoção do Centauros Rugby Clube, aqui esta a grande ganhadora da camiseta baby look a Sra. Neca Martens...

Parabéns ao Clube pela iniciativa.

Rugby Feminino em Dubai



Mulheres brasileiras carregam as esperanças da nação para Dubai
 Quatro anos fora de hospedagem estréia Rugby Sevens 'no Jogos Olímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, as mulheres brasileiras estão esperando para provar em Dubai que eles estão prontos para converter o domínio regional para o cenário mundial.
Brasil têm sido campeões mulheres sul-americanas da Sevens durante os últimos sete anos, mas tem lutado para se afirmar contra equipas mais físicas, tais como Austrália, EUA, Canadá e Inglaterra. entanto, o capitão da equipe Sardá Júlia Albino está confiante de que eles agora estão mais dispostos a competir com os melhores.
Sua primeira chance de fazer isso será no Emirates Airline Dubai Rugby Sevens, que é também uma rodada de Série da Mulher IRB Sevens inaugurais do Mundo em 30 novembro - 1 dezembro.
Doze equipes melhores mulheres Sevens do mundo vão competir em Dubai com o Brasil enfrentando partidas piscina contra a Inglaterra, Espanha e África do Sul.
"Nosso objetivo em Dubai é mostrar que estamos melhorando e que o Brasil tem boa rúgbi", disse Sardá. "Queremos chegar mais perto dos melhores times do mundo."
Em uma tentativa de melhorar os padrões de toda a linha, o Brasil recentemente procurou a assessoria da Nova Zelândia, cujas mulheres estão fazendo uma primeira entrada no palco Sevens mundo após ficar de fora eventos da última temporada da Copa do desafio.
"Nós começamos um novo programa com os ônibus da Nova Zelândia e fomos de volta ao básico para melhorar o nosso jogo", continuou o capitão do Brasil. "Estamos entusiasmados com os novos desafios que virão.
"Equipes como Inglaterra, Canadá e Austrália foram os mais difíceis na última temporada, mas todas as equipes que são profissionais ou semi-profissionais são difíceis de jogar contra.
"O Brasil está investindo muito no rugby, mas ainda estamos jogadores amadores que têm que acordar às 5:00 - 06h00 para ser capaz de ir para o treinamento antes do trabalho ou da faculdade.
"Nós ainda temos alguns jogadores muito bons. Paula Ishibashi foi o artilheiro [mulheres] em Londres 2012 e é o melhor jogador da América do Sul. Ela está voltando depois de dois meses afastado devido a lesão, por isso espero que ela estará pronta para Dubai. Temos também algumas caras novas que podem fazer a diferença. "

Tradução do site oficial ...

Os ingressos para este ano o Emirates Airline Dubai Rugby Sevens já estão disponíveis on-line através www.dubairugby7s.com e da Costa selecionado e saídas MMI, Megastores Virgem, Sede Grupo Emirates, escritórios Dnata e no Sevens 7Ele.
Fonte:Site Oficial IRB.com

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Rugby Feminino Brasileiro


Rugby Feminino Brasileiro

Esta é a Cidade de Christchurch na Nova Zelândia, está recebendo a nossa Seleção Feminina de Rugby. Que treinará de 13 a 26 de novembro. De lá seguirá para Dubai, nos Emirados Árabes  Unidos, onde participará da primeira etapa do Circuito Mundial de Sevens Feminino do RRB, de 27 de novembro a 2 de dezembro.


Na sexta-feira, dia 02 de novembro, ocorreu a grande final da Copa RS 2012, em um jogo muito disputado e decidido apenas nos últimos minutos. O Universitário (Santa Maria) bateu o San Diego (Porto Alegre) pelo placar de 20 x 15, tornando-se campeão. O time que apenas há duas semanas conquistou a etapa Open do Circuito Gaúcho de Rugby Sevens mostra uma grande evolução ao conquistar também a copa RS.

A arbitragem que ao longo da copa RS vem mostrando uma grande evolução, mostrou mais uma vez na final deste evento que temos no Rio Grande do Sul árbitros com muito potencial. A arbitragem da final ficou a cargo do Sr. Lucas Toniazzo (centro da foto abaixo), que mesmo com todo o peso de uma final, soube conduzir muito bem a partida. Fonte: FGRUGBY