A cúpula do International Rugby Board (IRB) está em Londres para uma série de reuniões e atividades que marcam o início da contagem regressiva para a volta do rúgbi aos Jogos Olímpicos. E o Brasil, como parte desse retorno, tem acompanhado de perto todo o processo.
Ontem, o presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, e o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, participaram de um coquetel, no Parque Olímpico, ao lado de presidentes de federações como Nova Zelândia, País de Gales, Inglaterra e Escócia; executivos do IRB, jogadores de sevens da Inglaterra, Holanda e Quênia, além de representantes da Argentina (Agustín Pichot) e Portugal (Tomaz Morais).
Todos, jogadores, executivos e dirigentes, não escondem a inquietação com a proximidade cada vez maior da reestreia do rúgbi como modalidade olímpica. Comprometimento por parte do IRB, tudo indica, não faltará para que o esporte dê uma boa impressão em 2016.
- Temos trabalhado arduamente desde a nossa admissão, não só para assegurar o sucesso do rúgbi sevens em 2016 e 2020, mas para maximizar a oportunidade ao bem do esporte. Entregamos um plano estratégico para o sevens, que visa crescer a participação e aumentar a competitividade. Estamos reforçando a estrutura das nossas mulheres em competições e vendo os nossos filiados se desenvolvendo em parceria com seus respectivos comitês olímpicos nacionais – ressalta o francês Bernard Lapasset (foto), presidente do IRB.
A atual geração de jogadores não sabe o que é disputar os Jogos Olímpicos, sequer assistiu a um ídolo conquistar uma medalha. Mas sabe o significado de uma Olimpíada e trata dos Jogos como um sonho de menino.
- Quando você vê os atletas competindo, o orgulho e a história, realmente emociona. A Olimpíada é o auge para nós no sevens e mal posso esperar para experimentar. Espero que em quatro anos eu possa ser parte do time da Grã-Bretanha - relata a jogadora da Seleção Inglesa, Jo Watmore.


