quinta-feira, 9 de agosto de 2012


A cúpula do International Rugby Board (IRB) está em Londres para uma série de reuniões e atividades que marcam o início da contagem regressiva para a volta do rúgbi aos Jogos Olímpicos. E o Brasil, como parte desse retorno, tem acompanhado de perto todo o processo.
Ontem, o presidente da CBRu, Sami Arap Sobrinho, e o presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, participaram de um coquetel, no Parque Olímpico, ao lado de presidentes de federações como Nova Zelândia, País de Gales, Inglaterra e Escócia; executivos do IRB, jogadores de sevens da Inglaterra, Holanda e Quênia, além de representantes da Argentina (Agustín Pichot) e Portugal (Tomaz Morais).
Todos, jogadores, executivos e dirigentes, não escondem a inquietação com a proximidade cada vez maior da reestreia do rúgbi como modalidade olímpica. Comprometimento por parte do IRB, tudo indica, não faltará para que o esporte dê uma boa impressão em 2016.
- Temos trabalhado arduamente desde a nossa admissão, não só para assegurar o sucesso do rúgbi sevens em 2016 e 2020, mas para maximizar a oportunidade ao bem do esporte. Entregamos um plano estratégico para o sevens, que visa crescer a participação e aumentar a competitividade. Estamos reforçando a estrutura das nossas mulheres em competições e vendo os nossos filiados se desenvolvendo em parceria com seus respectivos comitês olímpicos nacionais – ressalta o francês Bernard Lapasset (foto), presidente do IRB.
A atual geração de jogadores não sabe o que é disputar os Jogos Olímpicos, sequer assistiu a um ídolo conquistar uma medalha. Mas sabe o significado de uma Olimpíada e trata dos Jogos como um sonho de menino.
- Quando você vê os atletas competindo, o orgulho e a história, realmente emociona. A Olimpíada é o auge para nós no sevens e mal posso esperar para experimentar. Espero que em quatro anos eu possa ser parte do time da Grã-Bretanha - relata a jogadora da Seleção Inglesa, Jo Watmore.

Alemães frustram ouro brasileiro no vôlei de praia e impedem bi olímpico de Emanuel


Emanuel e Alison viram a glória olímpica bem de perto, mas pararam na frieza dos alemães Julius Brink e Jonas Reckermann em uma quente decisão do vôlei de praia nesta quinta-feira. Os europeus venceram a eletrizante partida final dos Jogos de Londres por 2 sets a 1 (parciais de 23-21, 16-21 e 16-14) e voltam para casa com a medalha de ouro no pescoço, frustrando o sonho de bicampeonato olímpico do brasileiro.

Brasil consolida recuperação nos Jogos, arrasa o Japão e tenta o bi olímpico contra os EUA



Depois de dias de crise, uma reviravolta e a emocionante partida contra a Rússia, a seleção feminina está na final do torneio olímpico, e sem repetir o sufoco de dois dias atrás. Com 3 sets a 0 (25-18, 25-18 e 25-18), as brasileiras despacharam o Japão, garantiram ao menos a medalha de prata e podem sonhar com o bi olímpico, feito inédito para o vôlei do país. Antes desta equipe, os homens desperdiçaram a chance de defender o título em 1996 e 2008. O vôlei feminino, aliás, pode empatar em número de títulos com o masculino, em uma virtual disputa interna. Fabiana, Thaisa, Fabi, Sheilla, Jaqueline e Paula Pequeno, por sua vez, garantem também a segunda medalha de suas carreiras, já que estiveram em Pequim na conquista do primeiro ouro. Fonte Site UOL.

"Lutei contra o número dois do mundo. Ele é um astro no Irã. Lutei contra o Neymar do Irã", disse Diogo Silva logo após o combate.
Kim Kyung-Hoon/Reuters
O iraniano Mohammad Bagheri Motamed em combate com Diogo Silva
O iraniano Mohammad Bagheri Motamed (de vermelho) salta para tentar acertar golpe em Diogo Silva
"Eu tenho um investimento de um atleta da categoria de base, sou um operário. Ele recebe o investimento de LeBron James e Phelps", acrescentou.
Diogo Silva também questionou a decisão dos árbitros. O brasileiro conseguiu levar o combate para o golden point após acertar um golpe na cabeça do adversário quando faltavam três segundos para o final do terceiro e último round. No golden point, a luta terminou empatada. Na decisão dos árbitros, o iraniano ficou com a vitória.
"O árbitro deveria analisar melhor. Ele deveria tomar a decisão com a razão, e não com a emoção", completou. Site UOL.