sábado, 4 de agosto de 2012

Brasil vence mais uma no basquete.
Aos praticantes de Rugby uma ótima notícia, e porque não dizer aos simpatizantes também, é que por em uma iniciativa do Esporte Urbano, em contato com a Comunidade de Pelotas, na pessoa da Sra. Sandra Ferreira, inicia neste sábado a formatação através de pessoas ligadas ao Rugby, da cidade capital do doce, uma peneira onde vamos estar colocando o Rugby a meninos que curtem o esporte, e por motivos bem conhecidos de todos não tem acesso. Aguardem e estaremos aqui passando as novidades.

Brasil com o boxe de Falcão, passa de fase e já é a melhor classificação brasileira da categoria em Olimpíada.

Serena é medalha de ouro no tênis, a moça tá com tudo, parabéns.


Alison para alemães, e Brasil vai às quartas no vôlei de praia.

A dupla brasileira Alison e Emanuel segue viva e invicta em busca do ouro olímpico nos Jogos de Londres. Na manhã deste sábado, na Horse Guard Parade, eles venceram a quarta partida consecutiva nas areias da capital britânica com mais uma grande atuação de Alison, conhecido como "Mamute", e chegaram às quartas de final. As vítimas da vez foram os alemães Jonathan Erdmann e Kay Matysik, que não tiveram chances diante dos brasileiros e perderam por 2 sets a 0, com parciais de 21/16 e 21/14.- Fonte: Terra.com.br

Com direito a show no último round, Esquiva Falcão vence e avança às quartas de final em Londres.

Em mais um dia de disputas do boxe nos Jogos Olímpicos de Londres, o comentarista do UOL Esporte, Washington Silva, fala sobre a vitória do brasileiro Esquiva Falcão, que bateu Soltan Migitinov, do Azerbaijão, por 24 a 11.
Para Washington, Esquiva venceu a luta com inteligência, conseguindo impor a tática de luta imaginada junto com seu staff técnico.
“O adversário de Esquiva era bom, tinha uma mão pesada, mas era muito lento, e não foi páreo para o brasileiro”, analisa o comentarista do UOL Esporte.
Sobre o adversário do brasileiro nas quartas de final, o húngaro Zoltan Harcsia, Washington diz: “O húngaro é muito bom, de uma escola muito boa, mas o brasileiro tem condições reais de avançar às quartas de final, e quebrar o tabu de 44 anos do boxe brasileiro sem medalhas”.


Cielo muda face "chata" após bronze, se solta e mata a saudade de fast-food.

O ciclo olímpico de Cesar Cielo foi marcado por discrição e pouca exposição na mídia. O próprio nadador admitiu por algumas vezes estar mais “chato” em relação a suas cobranças e restrições. Mas foi só acabar os Jogos de Londres para alterar seu estilo.

Questionado se a atitude era para demonstrar uma satisfação por não ter levado o ouro, respondeu com bom humor. “Não, eu acho que é porque se eu falar 'não', vocês vão falar mal de mim depois”, brincou.

Desde o ano passado, o nadador praticamente não deu mais entrevistas exclusivas, evitou gravações de comerciais e foi a pouquíssimos eventos de seus patrocinadores. Tudo para manter o foco em Londres. Acabada sua participação, tudo mudou.

“Depois da prova, se precisar ficar horas, eu fico. Antes da prova sou mais chato e faço o que acho que preciso fazer. Agora [com o fim dos Jogos] quero contar o que o pessoal quiser saber sobre minha vida, minha carreira, não tem problema nenhum. Toda tensão agora já foi e agora é ficar um pouco longe da piscina“, disse o nadador.

Por várias vezes, Cielo disse que precisava descansar. Antes, era só o foco pelas provas. Disse ali que já queria quebrar sua dieta alimentar para comer fast-food.

“Vai ser agora [que vai comer], vai ser daqui a pouquinho. A gente vai sair um pouquinho da dieta de atleta. Acho que mereço dar uma desencana do esporte e da natação. Só por alguns dias, não vai machucar ninguém. Pra depois quando voltarmos a treinar de novo, voltarmos a treinar” , falou.

“Vai ser Mc Donald's na Vila Olímpica mesmo. Vamos pedir 56 nuggets cada um”, brincou.

Fabiana Murer não passa das eliminatórias e está fora da final do salto com vara

A brasileira errou duas tentativas, e estourou o tempo limite no seu terceiro salto. Ela precisava de pelo menos 4,55 m para avançar à final, mas terminou a série apenas na 14ª colocação, e só as 12 primeiras se classificaram. 

Após melhor desempenho na história, judô brasileiro já fala em virar maior potência

Passada a primeira semana dos Jogos Olímpicos, o judô deu até agora quatro das seis medalhas brasileiras em Londres, o que corresponde a 66% do total da delegação do país. Este número é o que havia sido anunciado como meta pela Confederação Brasileira de judô.