quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

ESTÁDIO TODO CANTA O HINO DO RIO GRANDE

Hino do Rio Grande do Sul - por Santa Maria


Ao mundo mostrando a força do povo Gaúcho nesta hora de muita dor. Que cada Pai que cada Mãe que aquele que perdeu um conhecido, um namorado uma namorada um vizinho um colega aquele que perdeu um ser especial nesta boate nesta noite de muita dor e tristeza que ajude ao nosso Povo Gaúcho e Brasileiro a lutar por mais segurança, cobrar de nossas autoridades um local seguro para nossos irmãos do mundo inteiro poder com paz ter sua diversão...

Hino ao Rio Grande - Cesar Oliveira e Rogério Melo. Musica


Gauchada unindo força pelos meninos e meninas que se foram....

1ª Llamada Porto Alegre - Encontro de Tambores

Quilombos e quilombolas de Porto Alegre

Redes Sociais


Empresas se rendem às ferramentas sociais
Redes como Facebook e Twitter podem inspirar companhias a buscar uma interação mais eficiente com os consumidores
Patricia Knebel, de Orlando (EUA)
Segundo Rennie, o social business vai fazer com que todas as estratégias de negócio sejam repensadas
O mercado de consumo tem sido o grande benchmarking para a inclusão das ferramentas sociais
no dia a dia das empresas. A interação mais eficiente com os clientes, colaboradores e parceiros
passa, cada vez mais, por soluções que consigam reproduzir no mundo dos negócios as facilidades de comunicação usadas por usuários todos os dias, em seus perfis pessoais de redes como Facebook, Twitter e Youtube.
“A adaptação e a adesão desse tipo de solução nas corporações será cada vez mais rápida
em função das experiências que os usuários já vivenciam no seu dia a dia”, destacou o gerente-
-geral de Social Business da IBM, Alistair Rennie, durante a abertura do IBM Connect 2013. O evento, que reúne centenas de clientes e parceiros da multinacional em Orlando (EUA), teve
início na segunda-feira embalado pelo rock da banda They might be giants. Depois disso, tudo foi social business, da apresentação do projeto Hit Record (uma iniciativa de produção artística aberta e colaborativa), do ator hollywoodiano Joseph Gordon-Levitt, aos cases de soluções voltadas para aumentar a interação da força de vendas, das áreas de marketing e de recursos humanos.
A multinacional aproveitou o Connect 2013 para mostrar novidades nessa área. Uma delas
foi a nova geração da sua plataforma social, o Connections, que já é usada por empresas
como Bosch e Cat. A versão 4.5 estará disponível no mercado a partir de março. O software
dará aos usuários a possibilidade de acesso e análise de grandes volumes de dados de dentro
e fora da organização, inclusive de ferramentas como Facebook, Twitter, áudio e vídeo. Uma
aplicação disso é conseguir monitorar o que as pessoas estão falando das empresas nas redes
sociais. Ao mesmo tempo, permitirá que os times e as comunidades das companhias utilizem
a inteligência coletiva para resolver problemas a aumentar a produtividade.
No centro do social business está a ideia de que as empresas possam criar as suas próprias comunidades virtuais para aumentar o engajamento com os seus clientes, dividir conhecimento,
criar uma força de trabalho inteligente e motivar os colaboradores. Assim, um novo profissional
contratado para o time de vendas pode se adaptar muito mais facilmente à nova rotina de trabalho ao se logar em um ambiente que reúne o perfil de todos os seus colegas
e o histórico do trabalho realizado.
Um técnico consegue reduzir o tempo que uma máquina parada no chão de uma fábrica se
puder comentar com pessoas das outras filiais o que está acontecendo e receber a orientação correta de como resolver o problema. Isso sem falar nas centenas de contribuições
que a área de marketing receberá se dividir com outros setores o lançamento de um produto
inovador. “Nós não vimos nada ainda. O social business vai fazer com que as empresas repensem todo o seu negócio”, aponta Rennie. Há pelo menos três anos a
IBM lidera esse mercado, segundo o instituto de pesquisa IDC.
As tecnologias sociais despertam a atenção das empresas, apesar de alguns gestores ainda
torcerem o nariz – na maioria dos casos, porque confundem essas ferramentas de colaboração corporativas com as redes sociais. De fato, a transposição desse ambiente virtual de interação através de fotos, vídeos, bate-papos e posts para o dia a dia das empresas representa uma mudança de postura. Algumas temem, por exemplo, introduzir ferramentas que poderão ocasionar distração aos colaboradores.
Mas, definitivamente, tirar a atenção das pessoas do trabalho não é o que está em jogo. Muito
Menos incentivá-las a postar uma foto da viagem em família ou indicar onde estão almoçando.
“Eu não vou ler no mural uma atualização qualquer, e, sim, um pedido de aquisição de
um produto feito pelo meu cliente ou uma reclamação sobre algum serviço prestado”, exemplifica Sergio Losa, executivo de social business e colaboração da IBM América Latina.
Fonte Jornal do Comercio