quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Barry White Can't Get Enough Of Your Love Baby

Sade - The Sweetest Taboo

Yamaha na Malásia


MotoGP™: início positivo para a Yamaha na Malásia
A longa pausa de Inverno foi finalmente interrompida com o regresso dos pilotos do MotoGP™ para o primeiro Teste Oficial de 2013
Novamente juntos, os companheiros de equipa da Yamaha Factory Racing Jorge Lorenzo e Valentino Rossi foram rápidos a limpar quaisquer “teias de aranha” que tivessem ficado de antes da pausa do Inverno. Rossi foi o piloto mais rápido durante a maior parte da sessão da manhã, levando pouco tempo a voltar a adaptar-se à YZR-M1 que tantos sucessos lhe trouxe no passado.
O Campeão do Mundo Lorenzo não ficou muito atrás, com o maior empenho em aproveitar para  experimentar várias coisas que não tinha conseguido testar totalmente em Valência, no final do ano passado. Quando os dois pilotos pararam, dando o dia por terminado, Lorenzo estava em segundo, apenas a 0,008 segundos do primeiro, com Rossi em quarto, a menos de meio segundo.
Os dois pilotos retornam à pista amanhã, às 10h da manhã (horário local), e novamente na quinta-feira para o último dos três dias de teste.
Jorge Lorenzo
“Esta manhã tive de voltar a adaptar-me à moto do MotoGP, mas não demorou tanto tempo como no ano passado. Quando alcancei algum ritmo, experimentamos algumas coisas que não tínhamos conseguido testar em Aragão, mas precisamos trabalhar mais nisso. Algumas coisas gostei, mas outras coisas precisam ser mais trabalhadas. Amanhã vamos continuar a testar as coisas que experimentamos hoje e também algumas partes novas. Os tempos da Yamaha e da Honda foram muito próximos, por isso vamos tentar melhorar ainda mais a nossa moto. Ainda estamos trabalhando na aceleração, melhoramos muito no ano passado, mas ainda não é o nosso ponto mais forte. Penso que neste momento a consistência é um dos meus pontos mais fortes e espero continuar assim este ano”.
Valentino Rossi
“Estou muito contente com o primeiro dia de testes com a M1. Depois de duas temporadas fora, conseguir regressar à moto e voltar a sentir a boa sensação que sempre tive com ela. Também estou muito satisfeito porque fui bastante rápido esta manhã. Trabalhamos na afinação para introduzir algumas melhorias e demos alguns passos importantes. À tarde começamos a trabalhar em novas coisas para a temporada. Este é apenas o primeiro teste, mas o potencial é grande e estou numa boa posição, estou no quarto posto não muito longe dos outros três pilotos. Acredito que vamos conseguir melhorar nos próximos dias, mas estou contente com o início”.
Comunicado de imprensa da Yamaha Factory Racing.
http://www.motonline.com.br

Formula 1- em Santa Catarina


Santa Catarina pode levar o GP do Brasil
O governo de Santa Catarina está próximo de fechar um acordo para levar o Grande Prêmio Brasil de F-1 para o estado a partir de 2015, colocando um fim ao evento em São Paulo, no Autódromo de Interlagos, depois de mais de 20 anos de presença no calendário da categoria. A negociação está próxima de um acerto, de acordo com fontes próximas à Formula 1 Management (FOM).Com uma pista elaborada por Hermann Tilke, o mesmo que projetou os circuitos de Bahrein e Abu Dabi, o governo do estado pretende incrementar o turismo da região, atraindo torcedores de automobilismo também da Argentina, país que desde 1998 não conta com uma etapa da F-1.Durante a última corrida em São Paulo, no final do ano passado, o presidente da FOM, Bernie Ecclestone, debateu o assunto com o ex-prefeito Gilberto Kassab e principalmente com o prefeito que acabava de ser eleito, Fernando Haddad. Mas não houve resultados práticos e as verbas para a modernização de Interlagos não foram incluídas no orçamento da Prefeitura.A alternativa seria um autódromo que ainda terá de ser construído dentro do parque de diversões Beto Carrero World, em Penha, Santa Catarina. A ideia ganhou força na FOM depois que o próprio Ecclestone foi levado ao local por Alex Murad, proprietário do empreendimento e filho de Beto Carrero.Uma decisão final ainda não foi tomada pela FOM. Mas a paciência de Ecclestone com a Prefeitura de São Paulo já estaria se esgotando diante da falta de um plano concreto para financiar uma ampla reforma de Interlagos. A cúpula da F-1 estima que a prefeitura teria de gastar US$ 120 milhões pelas obras que colocariam a cidade dentro dos padrões internacionais.A reforma de Interlagos é uma velha disputa entre a Prefeitura e a Fórmula 1. No primeiro semestre de 2012, um projeto foi elaborado e entregue a Ecclestone, que o aprovou e assegurou que a cidade permaneceria no calendário até 2022 se as obras fossem realizadas. Naquele momento, Kassab indicou aos organizadores da F-1 que garantiria que as obras seriam feitas. Mas alertou que a decisão teria de ser ratificada pelo seu sucessor.A vice-prefeita Nádia Campeão foi incumbida da negociação para renovação do contrato com a FOM por Haddad. Segundo Marcelo Rehder, presidente da SPTuris, a reforma de Interlagos está condicionada à renovação. O item principal das obras consiste na construção de boxes na reta oposta. Rehder afirma que o custo se situa entre R$ 120 milhões e R$ 140 milhões. "É quase mínima a possibilidade de que São Paulo perca a Fórmula 1".Além de Santa Catarina, pelo menos cinco cidades pelo mundo aguardam na fila caso o Brasil não tenha mais condições de receber a corrida a partir de 2015.Flexibilidade. Murad espera que até março a FOM se manifeste sobre a aprovação ou não de seu projeto para a Fórmula 1 mas garante que, aprovado ou não, o autódromo - sonho de seu pai - será construído. O empresário diz que não é sua intenção substituir o GP em Interlagos e acredita que é possível a coexistência.Como argumento para convencer a FOM, Murad apresenta, além do projeto de Tilke, eventos bem sucedidos no kart e no motocross além do apoio dos políticos locais. O empresário oferece a possibilidade de construção de um hotel temático, além da proximidade da praia. / COLABOROU VALÉRIA ZUKERAN
Fonte: www.estadao.com.br