domingo, 30 de dezembro de 2012
Roller Derby
Roller Derby - Você sabe que esporte é esse? - Vamos falar dele, como ele é praticado e onde você pode conhecer melhor ... Vamos passar algumas regras e trazer a entrevista com quem pratica o esporte conversamos com Keise de Leone Marques do Wheels of Fire Roller Derby Club.
Fonte da Foto: http://www.flaviao.com
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
Banda Stereofonica
Banda Stereofonica
Formada por Gil Lima (Voz & Guitarra), Rafael Serra (Guitarra e Vocal), Dilton Martins (Baixo e Vocal) e Duran Jr. (Bateria), a Stereofonica encara este momento da sua história com muita garra e disposição.
A Stereofonica é uma banda Porto Alegrense com mais de 9 anos de história e mais de 500 shows no currículo.
Hoje a banda desenvolve um trabalho puramente cover e o repertório dispõe do que de melhor aconteceu nos anos 80 e 90, contando também com alguns clássicos e atualidades.
O Show da Stereofonica é um grande mix do melhor do Pop Rock Nacional e Internacional mostrado com muito embalo e diversão.
DATA
28 de dezembro, 2012
HORÁRIO
23h00 - 01h00
LOCAL
John Bull Pub
Avenida Cristóvão Colombo, 545. - Shopping Total
VALOR
Antecipados R$ 20,00
Nome na lista R$ 25,00
Na hora R$ 35,00
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Carlitos Magallanes e Maurício Marques
Tango - Show histórico -
Carlitos Magallanes ao
bandoneon e Maurício Marques ao violão de 8 cordas apresentam repertório fundamental
da história do tango, incluindo obras de Carlos Gardel, Astor Piazzolla, Julian
Plaza e Mariano Mores, entre outros.
Data 23 de Janeiro de 2013
Hora 21h
Local Studio Clio - Rua José do Patrocínio, 698 - Cidade Baixa
Ingressos - Público em Geral: R$ 50,00
Professores, Estudantes e Seniores: R$ 40,00
Maria Gadú e Tony Bennett
Após divulgar o dueto com Christina Aguilera, Tony Bennett escolheu lançar nesta quarta-feira (17) um clipe com uma diva nacional. O vídeo da clássica “Blue Velvet”, regravada em parceria com Maria Gadú, já está disponível no canal oficial do cantor.
Além de Gadú, outra cantora brasileira emprestou seu vozeirão para o novo disco do veterano. Ana Carolina completa o time de parceiros musicais de Viva Duets, formado também por Amy Winehouse, Lady Gaga, Marc Anthony, Gloria Estefan, entre outros.
Fonte:http://billboard.br.comquinta-feira, 20 de dezembro de 2012
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Patinação - Campo Bom
Começou ontem na cidade de Campo Bom a XI Copa Patinart RYE Internacional de Patinação Artística. A competição está sendo realizada no Ginásio Municipal da cidade. Para conferir a programação do evento acesso o site Flavio.com.
Texto: Marcus Von Groll/Travinha Esportes
Foto: Divulgação
Rugby Minuano
O Minuano Rugby Clube convida venha prestigiar o último jogo do ano é sábado em CANOAS, no Bairro Harmonia, Rua José Maia Filho, 1400, com a participação de outras equipas, venha voce também ENTRADA FRANCA - SÁBADO 15 DE DEZEMBRO 13 HORAS..
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Rugby Gaúcho - Feminino em 2012 Xangrilá
Rugby Feminino Gaúcho, esse é o Rugby Beach 2012 - que possa ser repetido em 2013, alegria, amizade e confraternização entre os clubes.
Federação Gaúcha de Rugby "Prêmio Destaque Esportivo"
Presidente da Federação Gaúcha de Rugby, Nilson Taminato, junto com o atleta do Novo Hamburgo Rugby Clube e da Seleção Brasileira de Rugby, Jardel Vettorato, representando o Rugby Gaúcho receberam o Prêmio "Destaque Esportivo 2012" concedido pela Associação das Federações Esportivas do Rio Grande do Sul, a homenagem aconteceu na noite do dia 10 de dezembro.
Nirvana -
O músico britânico Paul McCartney substituirá Kurt Cobain, que tirou sua própria vida em 1994, em uma reunião com os dois membros remanescentes do Nirvana em um show para ajudar as vítimas do furacão Sandy na noite desta quarta-feira (12). As informações são do jornal britânico "The Guardian".
McCartney se juntará ao baterista Dave Grohl e ao baixista Krist Novoselic em Nova York para apresentar uma nova canção, que foi ensaiada e criada secretamente pelo trio em ensaios recentes. Novoselic e Grohl não tocam juntos ao vivo há 20 anos.
O ex-beatle afirmou que, a princípio, não sabia que estava lidando com os músicos do Nirvana quando recebeu o convite. "Eles estavam comentando como era legal estarem juntos novamente. Eu disse: 'Vocês não tocam juntos há tanto tempo assim?' E alguém sussurrou para mim: 'É o Nirvana. Você será o Kurt'. Eu não pude acreditar".
O evento beneficente, a acontecer no Madison Square Garden, terá ainda apresentações de Rolling Stones, Jon Bon Jovi, Eric Clapton, Billy Joel, Bruce Springsteen e Kanye West.
Fonte:G1
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Cultura Inglesa
FGR NA COPA
CULTURA INGLESA
19-20 JANEIRO –
SÃO PAULO
Visando a Copa
Cultura Inglesa de Rugby Juvenil a FGR prepara a seletiva para os dias 15 e 16 de dezembro, na
cidade de Flores da Cunha. O segundo encontro do grupo está agendado para 12 e
13 de janeiro em local a ser definido.
A FGR solicita apoio dos clubes para
desenvolver estas categorias, em especial a feminina que debutará nos campos de
7s.
Charrua Rugby Feminino Campeão 2012
Campeão Feminino do Gaúcho de Sevens 2012 - Charrua Rugby Clube
No último sábado em Bento Gonçalves, no Estádio da Montanha, casa do Farrapos Rugby Clube que foi o campeão no Masculino, teve também a bela vitória na soma das três etapas da equipe juvenil do San Diego Rugby Clube que assim sagrou-se Campeão , o time feminino do Charrua Rugby Clube na foto acima, confirmou o favoritismo e as meninas de Porto Alegre venceram seus jogos nesta última etapa do Circuito Gaúcho de Sevens sobre o Serra RC por 41 x 00, sobre o Atlântico RC por 38 x 00 e venceram também as Panteras Negras RC por 56 x 00, ficando as Panteras Negras como vice-campeãs.
Arena Grêmio
Parabéns ao Grêmio FPA - Inauguração da Arena
Parabéns à Nação Tricolor pela inauguração do seu novo estádio Arena Grêmio, no Bairro Humaitá, com uma inauguração as pressas para que seu idealizador Pres. Paulo Odone, merecedor diga-se e que junto com Eduardo Antonini levaram este ousado projeto que era dúvida de muitos, até aqui, parabéns. Resta agora um maior interesse do poder público de Porto Alegre, envolvendo ai o estado e o governo federal, na intenção de promover uma grande melhora no bairro como um todo.
domingo, 9 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
MOTOTUR - Motociclismo e Turismo
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
O Brasil no Beisebol
Sorteio muda grupo do Brasil no Mundial de Beisebol
A Federação Internacional de Beisebol (IBAF, na sigla em inglês) decidiu mudar de ideia e realizar um sorteio para definir os grupos do Mundial de Beisebol. Inicialmente a entidade havia definido que o time vindo das eliminatórias latino-americanas cairia no grupo com Venezuela, Porto Rico e República Dominicana, o chamado grupo da morte da competição, mas não será mais assim.
Neste sábado, ocorreu um sorteio para definir onde entrariam os quatro times classificados pelas eliminatórias. E o Brasil, que anteriormente jogaria a primeira fase em Porto Rico, vai ter que viajar até Fukuoka, na Japão, para enfrentar os donos da casa, atuais bicampeões, Cuba e China. A rodada acontece entre os dias 2 e 6 de março do ano que vem.
O Brasil, que assumiu o 20.º lugar no ranking mundial depois de surpreender e conseguir a classificação para o World Baseball Classic de 2013 (como o Mundial é nomeado) superando Colômbia e Panamá, vai ter parada dura diante de Cuba, líder do ranking, e do Japão, terceiro colocado. Mas a China é uma adversária de mesmo nível, 19.ª da lista. Terminar com o terceiro lugar na chave garantiria o convite para jogar o Mundial de 2017, integrando a elite do beisebol.
Só dois times de cada um dos grupos avançam para a segunda fase, que será jogada em duas chaves de quatro times, em Miami e Tóquio. Depois, as semifinais e finais serão em San Francisco, nos Estados Unidos.
Confira como ficaram os grupos do Mundial de Beisebol 2013:
Grupo A (Fukuoka, Japão) - Japão, China, Cuba e Brasil.
GRUPO B (Taichung, Taiwan) - Coreia do Sul, Holanda, Austrália e Taiwan.
GRUPO C (San Juan, Porto Rico) - Porto Rico, República Dominicana, Venezuela e Espanha.
GRUPO D (Phoenix, EUA) - Estados Unidos, Canadá, México e Itália.
Fonte:hojeemdia.com.br
:
Beisebol no Brasil
O
Beisebol - Baseball
Esporte
nacional dos Estados Unidos e de vários países do Caribe, principalmente Cuba e
República Dominicana, o beisebol lota os estádios.
Jogo
disputado entre duas equipes de nove jogadores, que se revezam no ataque e na
defesa, o beisebol (baseball) é basicamente uma disputa de território, no caso
as bases, que cada equipe atacante tenta ocupar. É disputado em nove rodadas
(innings). Ocorre a troca quando o defensor elimina três rebatedores. O time
que defende entra com nove jogadores, e o que ataca começa com apenas um.
Regras.
O campo do jogo é um quadrado de 27,43m de lado (em inglês diamond), onde se
localizam quatro bases e, por trás delas, uma área livre de tamanho variável. A
bola, de cortiça e borracha, é recoberta de couro e não deve pesar mais de 149g
nem ter mais de 23cm de circunferência. O bastão é de madeira muito dura e de
comprimento não superior a 1,07m. Os jogadores protegem uma das mãos com uma
luva de couro grosso e usam sapatos ferrados, para não escorregar. O jogador
encarregado de defender as bolas (catcher) protege-se também com máscara,
couraça e caneleiras.
Os
atacantes entram em campo um a um, em ordem preestabelecida, para tentar
rebater com um bastão as bolas lançadas pelo arremessador adversário (pitcher).
Atrás dele, na base principal (home base) fica um catcher, encarregado de
receber as bolas que não forem rebatidas. Ao apanhar três bolas boas (strike)
-- as que passam entre o ombro e o joelho do rebatedor -- o catcher elimina o
atacante. Se o rebatedor atingir a bola com o bastão, corre para conquistar as
bases, pela ordem e no sentido anti-horário, até voltar à home base. Se não
houver tempo para isso, pára numa das bases intermediárias e outro rebatedor
ocupa seu lugar. A jogada mais difícil consiste em rebater a bola para fora do
campo de jogo e percorrer as quatro bases de uma só vez (home run). Os pontos
são marcados quando um atacante consegue percorrer as quatro bases sem ser
eliminado.
Caso
o rebatedor consiga acertar a bola e começar a percorrer as bases, só será
eliminado se um adversário conseguir encostar-lhe a bola, antes que ele chegue
a uma das bases. Os defensores (outfielders) distribuem-se no campo, fora do
quadrado formado pelas bases, para tentar interceptar as bolas rebatidas
rapidamente e lançá-las para os defensores das bases para onde o atacante está
se dirigindo, de forma a poder eliminá-lo.
As
regras oficiais, em vigor desde 1920 sem modificações importantes, aplicam-se
internacionalmente. Os jogos são supervisionados por um ou mais juízes, que
decidem se as bolas arremessadas para o apanhador passaram dentro ou fora da
zona de rebate, se as bolas rebatidas caíram dentro ou fora do campo de jogo,
se o rebatedor que corre para a base seguinte foi eliminado por uma bola
atirada ou se por toque do adversário, ou se o rebatedor tem direito à base que
conquistou.
Origens
e evolução. O beisebol pertence ao grupo numeroso de esportes que derivam do
impulso primitivo de golpear um fragmento de pedra com um pedaço de pau. Em
1908, uma comissão americana formada para esclarecer as origens do beisebol,
concluiu que o esporte fora inventado por Abner Doubleday, com base num jogo
infantil, o one old cat. Mas em 1939, Robert Henderson comprovou a origem
inglesa, derivada do rounders.
O
sistematizador do esporte foi o americano Alexander Joy Cartwright, que fixou
em nove o número de innings e de jogadores por equipe. O primeiro clube, o
Knickerbocker Baseball Club, foi fundado em Nova York, em 1845. Em 1871, surgiu
a Associação Nacional dos Jogadores de Beisebol Profissional dos Estados
Unidos, e a partir de então o esporte desenvolveu-se e chegou a outros países.
Os
melhores jogadores dos Estados Unidos são profissionais vinculados a clubes
poderosos; alguns recebem altos salários e são aclamados como heróis nacionais.
Existem naquele país duas grandes ligas, a Americana e a Nacional, cada uma
formada por doze equipes, separadas em duas divisões (leste e oeste). A
temporada dura de abril a outubro e a seu final os campeões de cada liga se
enfrentam na chamada world series (série mundial). Fora dos Estados Unidos,
Cuba e República Dominicana, onde é esporte nacional, o beisebol tem grande
popularidade no México, Canadá, Venezuela, Austrália e Japão. No Brasil começou
a ser praticado na década de 1950, quase exclusivamente em São Paulo, por
membros da colônia japonesa.
Fonte: http://emdiv.com.br
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Lei de Incentivo ao Esporte
ESPORTE GAÚCHO GANHA NOVO ALIADO.
A
partir de agora, o esporte gaúcho passa a viver uma nova realidade. Está em
vigor a Lei de Incentivo ao Esporte do Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito pelo
secretário estadual do Esporte e do Lazer, Kalil Sehbe, idealizador da lei.
"Este é um momento histórico, e os esportistas gaúchos têm muito a
comemorar. Tenho certeza que a lei vai ser um fator de propulsão para o esporte
no nosso Estado", salientou.
O Decreto nº 49.770, que
regulamenta o Programa de Incentivo ao Esporte (Pró-esporte/RS) -
publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 1º -, estabelece
a aplicação de recursos financeiros em projetos de fomento a práticas esportivas
formais e não formais e ao desenvolvimento do esporte em suas diversas
modalidades. Os recursos virão de até 0,5% do ICMS a pagar por empresas.
Os valores serão aplicados
diretamente no apoio a atletas, na realização de eventos e na qualificação e
ampliação da infra-estrutura esportiva do Estado. Além disso, 25% do valor de
cada projeto será destinado ao Fundo Estadual de Incentivo do Esporte,
responsável por apoiar políticas públicas de esporte e lazer. Os recursos
poderão passar de R$ 50 milhões em 2013.
Recursos
beneficiarão todas as modalidades
Segundo Kalil, a lei beneficiará o esporte nos níveis educacional e de participação e inclusão social, mas, em especial, apoiará o surgimento de atletas e equipes para o alto rendimento. "Nós voltaremos a ser protagonistas e referência no cenário esportivo nacional e internacional", afirmou o secretário.
As entidades, associações e federações esportivas poderão apresentar projetos para a secretaria, que serão analisados por uma câmara técnica formada por representantes de diferentes órgãos, como Conselho Regional de Educação Física, federações esportivas e para-desportivas, além de órgãos do Governo do Estado, como a Secretaria da Educação e a Fundergs.
Segundo Kalil, a lei beneficiará o esporte nos níveis educacional e de participação e inclusão social, mas, em especial, apoiará o surgimento de atletas e equipes para o alto rendimento. "Nós voltaremos a ser protagonistas e referência no cenário esportivo nacional e internacional", afirmou o secretário.
As entidades, associações e federações esportivas poderão apresentar projetos para a secretaria, que serão analisados por uma câmara técnica formada por representantes de diferentes órgãos, como Conselho Regional de Educação Física, federações esportivas e para-desportivas, além de órgãos do Governo do Estado, como a Secretaria da Educação e a Fundergs.
"Temos recursos que são
repassados a entidades esportivas e prefeituras mediante convênios e isso já
vem sendo praticado pela Fundergs. A Lei vai trabalhar nessa mesma sistemática
e ampliar a base para desenvolver o esporte no Rio Grande do Sul",
ressaltou a presidente da Fundação de Esporte e Lazer do RS (Fundergs), Renita
Dametto.
Investimento nas categorias de base
Participaram do ato de anúncio do programa, atletas, ex-atletas, técnicos e dirigentes de entidades esportivas do Rio Grande do Sul. Campeão Olímpico em 1992, o ex-jogador e agora técnico de vôlei Paulão, salientou a importância do novo incentivo. "A lei vai, como principal consequência, proporcionar o investimento nas categorias de base dos clubes e associações, permitindo formar novos atletas de alto rendimento", salientou Paulão.
Investimento nas categorias de base
Participaram do ato de anúncio do programa, atletas, ex-atletas, técnicos e dirigentes de entidades esportivas do Rio Grande do Sul. Campeão Olímpico em 1992, o ex-jogador e agora técnico de vôlei Paulão, salientou a importância do novo incentivo. "A lei vai, como principal consequência, proporcionar o investimento nas categorias de base dos clubes e associações, permitindo formar novos atletas de alto rendimento", salientou Paulão.
"A lei vem suprir uma
demanda dos municípios que muitas vezes não têm orçamento. É um alento e um
incentivo para o esporte amador do Interior", lembrou o membro do Conselho
Estadual do Esporte do RS e técnico da seleção brasileira sub-18 de handebol,
Gabriel Citton. "No Brasil, nós temos a Lei Agnelo Piva, aqui no Rio
Grande do Sul nós podemos dizer que temos agora a Lei Kalil", completou.
Para o presidente da Sogipa
Nelson Bechlin Wulff, a lei colaborará para a manutenção dos atletas nos clubes
e abre novas oportunidades. "Nós vamos conseguir, com isso, melhorar ainda
mais o desempenho da Sogipa", disse o dirigente, acompanhado do
medalhista olímpico em Londres 2012, o judoca da Sogipa Filipe Kitadai, e da
também atleta olímpica do judô sogipano Maria Portela.
Rugby - San Diego RC
O Música no Esporte,
entrevistou Erick Rist, diretor do San Diego Rugby Clube, que fez suas
ponderações sobre os projetos que o Clube tem para 2013, ano para entrar com o
pé direito, palavras de Erick e das dificuldades que o Clube enfrentou durante
2012 mas que superadas pela união de seus dirigentes dão mostras da união deste
Clube.
ME - Como é dirigir
um clube de rugby que lida muito firmemente com a paixão dos seus
praticantes?
ER - Torna-se fácil
pelo amor e a ajuda incondicional deles, isso faz com que nos motivamos ainda
mais a trabalhar para fazer de tudo pelo sorriso dentro e fora de campo.
ME - Um esporte que
tem tantos valores sempre tão enaltecidos, passar isso as categorias de base e
ao mesmo tempo colocar a meninada para correr, como é isso?
ER - O
entender e o ensinar está muito próximos, nós por sermos um pouco mais velhos
que eles já passamos por algumas coisas e podemos ensinar muito com isso, eles
escutam muito, tem suas próprias opiniões, as dividimos sempre, mas o grande
diferencial do San Diego é a amizade dentro e fora de campo que faz desse clube
uma grande família pra cada um.
ME - Hoje o San Diego
se vale de algum projeto para as categorias de base?
ER - Estamos trabalhando forte nisso,
tentando trazes sempre mais adeptos do esporte, crianças para conhecer, se
divertir e o fundamental, brincar e aprender. São eles que vão levar o nome à
diante.
ME - Terminando
o ano de 2012, o que fica de ensinamento do ano que termina? E já projeta o ano
de 2013, e quais seriam as metas para o ano que vem?
ER - Tivemos um ano bem conturbado
com eleições, nova presidência e direção, passamos por muitos problemas durante
o ano, que chegou a ter seis atletas treinando, isso pra nós foi uma coisa
muito forte, mas com ajuda de grandes conselheiros que temos, conseguimos nos
estabilizar e reerguer novamente chegando a ter mais de 60 atletas treinando no
mesmo campo. Estamos com vários projetos em andamento até mesmo, período de
descanso será dado aos atletas, pois todos merecem, mas eles também sabem que o
ano que vem sugaremos resultados deles, pois estamos preparando uma estruturo
igual ou melhor do que a dos anos que fomos campeões iremos com o pé direito
para 2013.
ME - Sabemos
que para o próximo ano a FGR vem com algumas novidades onde a exposição do
Rugby deve se bem mais abrangente, o Clube está projetando se valer desta
condição na intenção de novos patrocínios?
ER - O clube sempre espera ter um
apoio, não vemos como patrocínio, pois preferimos apoiadores e parceiros, como
a Integal Médica, Sinval Transportes, Medicar, Unisinos entre outros, que são
grandes parceiros. Queremos sim que isso aumente cada vez mais, pois
conseguimos ter uma grande visibilidade ainda no Brasil e na América Latina,
somos convidados seguidamente a fazermos amistosos fora do Brasil e assim
levando o nome dos nossos parceiros sempre junto conosco.
ME - Pela mídia tem
notícias de intercâmbios favorecendo o maior desenvolvimento do Rugby, como o
San Diego vem usufruindo deste expediente?
ER - Temos vários
jogadores que estão fora do Brasil e seguidamente entramos em contato para
trocar idéias e experiência. Temos três atletas na Austrália, dois na Argentina
e outro na África do Sul, como eles falam, o aprendizado é maravilhoso porem,
jogar com os amigos é melhor ainda. Vamo-nos aprimorando com novas culturas que
eles sempre nos trazem.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Rugby Feminino em Dubai
A organização do Dubai Sevens divulgou as listas completas das seleções que disputarão o torneio feminino. O Brasil havia viajado para os treinos na Nova Zelândia com 15 jogadoras, mas apenas 12 poderão jogar nos Emirados Árabes Unidos. Assim, o time brasileiro ficou com:
Luciana Santos
Angelica Gevaerd
Júlia Sardá
Edna Santini
Paula Ishibashi
Carla Barbosa
Jéssica Santos
Beatriz Muhlbauer
Thais Rocha
Gabriela Ávila
Luiza Campos
Mariana Ramalho
Fonte:Portal do Rugby
Modelo Paranaense
O post Modelo Paranaense, publicado aqui em outubro, apresentou um “case” a ser seguido e, mesmo que não seja possível viabilizar projetos semelhantes em todos os clubes do Brasil, pode ao menos indicar o caminho para um futuro sustentável.
Outro exemplo paranaense que especialmente as federações podem seguir refere-se à divulgação de eventos. Antes e após a última etapa do Circuito Paranaense de Sevens e da Copa Renault, realizadas simultaneamente no último final de semana, em Curitiba, o clube organizador mostrou ser uma exceção à regra nesse contexto, com alguns serviços básicos, mas que na maioria das vezes não são considerados relevantes pelos promotores de competições, o que ajuda a tornar o esporte órfão de divulgação nos sites, jornais e demais meios de comunicação.
O Curitiba preparou releases à imprensa, tabela atualizada de jogos – antes, durante e depois do evento – transmitiu partidas pelas redes sociais e cedeu fotos para divulgação.
Essa organização e sobretudo preocupação dos paranaenses em mostrar o evento explicam em parte o fato de terem viabilizado transmissão dos jogos finais do torneio pela televisão local. A maioria das federações e clubes demora dias, às vezes semanas para divulgar resultados das partidas. Outros sequer fazem e, no final, ainda cobram os meios de comunicação por considerarem que estes estão dando as costas para a modalidade.
O exemplo do Curitiba não é caro, está longe de exigir um grande investimento. O crescimento do esporte no país não passa somente por grandes vitórias dentro de campo, mas também pela preocupação dos clubes em mostrar a modalidade. Se o esporte não é visto, obstrui a viabilização de patrocinadores e outros tantos fatores necessários para que o rúgbi siga crescendo no país.
Fonte: Terceiro Tempo
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Capitão do Farrapos Claudinei, o Pequeno
O
Música no Esporte queria saber como é ser o Capitão do Time então falamos com
Claudinei Wronski , o Pequeno, Capitão do Farrapos Rugby Clube, que fala aqui
da sua rotina e um pouco mais.
ME
- Como é a sua rotina de treinamentos?
CW - Musculação quando
possível, no mínimo três vezes por semana. Treino de Rugby terça, quinta e
sábado.
ME
- Como é conciliar a sua vida particular com Rugby?
CW - Não é fácil para quase todo mundo, pra mim não é diferente,
pois tenho uma filha de um ano e meio, minha esposa é enfermeira, trabalha nos
horários que eu tenho treino. No entanto, conto com a ajuda da minha sogra,
cunhada e quando necessário, das esposas e namoradas de outros jogadores, que
se disponibilizam a cuidar dela enquanto eu treino.
ME
- O que é ser o capitão, e como é ser o capitão do Farrapos?
CW - Ser capitão é às vezes ser sério, ser sempre responsável,
dar o máximo de bons exemplos, é ser humilde, é saber que você não é mais que
ninguém.
Ser capitão do Farrapos é fácil, os jogadores se cobram entre
eles, não há necessidade de intervenção de capitão, técnico ou presidente,
assim não se torna desgastante.
ME - Fale um pouco de tua carreira no
Rugby, onde conheceu o Rugby?
CW - Conheci o
Rugby em 2008, alguns amigos comentavam sobre um time na cidade. Um dia fui fazer Rafting, o
instrutor da empresa era jogador do Farrapos e me convidou para assistir um
treino. Fui sem compromisso e até treinei. Estou até hoje.
ME
- O que esse espirito do Rugby?
CW - O Rugby é uma extensão de nossa vida. Temos dificuldades,
superação, espírito de equipe, vitórias, derrotas,recuamos, avançamos, caímos,
levantamos, choramos, rimos, sofremos, vibramos... No final, o que fica são as
amizades e ótimas lembranças de cada treino, de cada jogo.
Nosso agradecimento ao Farrapos Rugby Clube e ao Pequeno o Sr.
Claudinei Wronski, que muito gentilmente nos respondeu.
Rugby Juvenil
A CBRu anunciou ontem detalhes do Campeonato Brasileiro Juvenil de 7’s – Copa Cultura Inglesa de Verão -, que apontará os melhores times do país nas categoria M16, M18 e M16 Feminino.
O torneio acontecerá uma semana antes do Brasil Sevens, nos dias 19 e 20 de janeiro, em Embu das Artes (SP). Na M18, serão doze participantes. A distribuição de vagas ficou definida da seguinte forma: São Paulo (5), Rio de Janeiro (1), Santa Catarina (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (1) e Minas Gerais (1). Duas vagas estão abertas para convidados.
A M16 terá oito participantes. São Paulo terá três vagas. As federações fluminense, catarinense, paranaense, gaúcha e mineira têm direito a indicar um representante cada.
Já o inédito Brasileiro de 7’s M18 Feminino contará com seis seleções estaduais, sem critério de classificação. Os interessados em participar devem comunicar a CBRu até a próxima sexta-feira.
Fonte: Terceiro Tempo
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Cris Capeletti
Música
no Esporte hoje trás Cris Capeletti, professora de rugby, atuando como responsável
pelas categorias de base M13 e M16, do Serra Rugby Clube de Caxias do Sul,
falou um pouco do seu trabalho e do Clube com as crianças do Serra Rugby Clube.
ME
- Como está sendo elaborado o trabalho com a categoria infantil?
CC
- Através de um financiamento da prefeitura por um projeto escrito pelo Clube
conforme protocolo da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer. O Fundo de Desenvolvimento
de Esporte e Lazer (FUNDEL) é o financiador.
ME
- Qual a freqüência de treinamento?
CC
- Duas vezes por semana cada categoria, M13 e M16
ME
- As crianças, para dar inicio a atividade passam por teste clinico?
CC
- Sim, devem apresentar atestado médico.
ME
- O desempenho escolar recebe acompanhamento? E é fator de consideração para
pratica do aluno?
CC
- Sim, crianças com notas baixas usam o tempo da escolinha para reforço
escolar.
Nosso
agradecimento a Cris Capeletti e nosso desejo que mais pessoas conheçam o
trabalho que o Rugby vem desenvolvendo em diversos pólos e que sigam o exemplo
do Serra Rugby Clube e que os demais clubes possam receber através de projetos
como o acima desenvolvido venha contemplar tantos outros, parabéns Cris e siga
com o seu trabalho.
Circuito Gaúcho de Sevens 2ª Etapa
Charrua
quebra invencibilidade do Farrapos no Circuito Gaúcho de Sevens
Na véspera de completar cinco anos, o Farrapos
recebeu um presente de grego do Charrua: perdeu a invencibilidade e a liderança
isolada do Circuito Gaúcho de Sevens.
Após passar incólume no torneio em 2011 - venceu
todos os jogos - e conquistar a primeira etapa deste ano com 100% de
aproveitamento, o Farrapos deu adeus à longa invencibilidade com tropeço diante
do tradicional rival de Porto Alegre, na final da segunda etapa, em São
Leopoldo, por 7 a 5.
Com o triunfo, o Charrua chegou aos mesmos 35
pontos do Farrapos na classificaç Etapaão geral e ambos vão brigar pelo título na
última etapa, no dia 08 de dezembro, em Bento Gonçalves.
O campeão da Taça Prata na etapa de hoje foi o San
Diego, que passou pelo Universitário por 14 a 12. A Taça Bronze ficou com o
Walkirians, que derrotou o Serra na decisão por 12 a 7. Logo abaixo de Farrapos
e Charrua, a classificação do Circuito tem o San Diego (24), Universitário
(20), Walkirians (16), Serra (12), Novo Hamburgo (8) e Corsários (6). Os dois
primeiros se classificarão ao Brasil Sevens.
Feminino
No feminino, o Charrua manteve o predomínio
regional. Na segunda etapa do Circuito Gaúcho, que aconteceu em paralelo à
disputa do masculino, repetiu o desempenho da primeira e venceu todos os jogos
que disputou.
O vice-campeão foi o Panteras Negras, em terceiro
ficou o Atlântico Sul e em quarto o Serra. Na classificação geral, o atual
campeão Charrua lidera com 40 pontos, seguido pelo Panteras (30), Serra (22) e
Atlântico Sul (22).
Assim como o masculino, o Circuito
Gaúcho Feminino vai encerrar em Bento Gonçalves, no dia 08 de dezembro. Apenas
o campeão conquistará o direito de disputar o Brasil Sevens.
Fonte: Terceiro Tempo
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Marcelo Toscano - Gerente de Arbitragem
Ola, bom dia!
O Música no Esporte através da assessoria de comunicação da CBRU entrevistou o argentino Sr. Marcelo Toscano novo gerente de arbitragem contratado pela Confederação Brasileira de Rugby, com o intuito de elevar o nível técnico dos árbitros nacionais, encaminhamos as seguintes questões a ele:
ME - Como o Sr. Marcelo Toscano, vê o nível da arbitragem brasileira?
MT - O primeiro objetivo de meu trabalho na CBRu será identificar onde estamos parados em matéria de arbitragem. Brasil tem alguns representantes de nível que tiveram participação a nível sul americano. Parte deste desafio será levá-los ainda mais acima. Sem dúvida o desafio será levar à arbitragem de rugby de Brasil, ao mesmo lugar que o que se está realizando com o jogo. O desafio é grande, a dirigencia da CBRu tem muito claro para onde quer ir, e a arbitragem não é nem será a exceção.
ME - Recentemente tivemos um arbitro gaúcho o Sr. Ricardo Santanna, que trabalhou na Venezuela, e ficou muito feliz com a oportunidade recebida, de que modo o senhor vê essas oportunidades de intercâmbio, uma vez que atuar fora do Brasil sempre vai trazer mais experiência, aos nossos árbitros?
MT - Ricardo é um dos árbitros com maior
futuro em Brasil. E a oportunidade que ele teve em Venezuela, não é a única que
estão tendo os árbitros brasileiros. Henrique Platais da FFR esteve
recentemente em Córdoba (Argentina) para o Sul-Americano "A,” e
isso apesar de que Brasil não jogava esse torneio. Também teve uma grande
quantidade de intercâmbios com Uruguai e Argentina, e estou completamente
seguro que arbitrar um nível de jogo mais desenvolvido repercute no nível de
desenvolvimento dos árbitros. Buscaremos afiançar o trabalho que se
vem realizando neste aspecto, e incrementaremos na medida em que os recursos no-lo
permitam.
ME - Como
gestor de arbitragem pretende viajar e conhecer mais de perto os pólos em
crescimento, dando um maior acompanhamento?
MT - Dêem por fato que pretendo conhecer a cada um
dos rincões onde exista a possibilidade de desenvolver a arbitragem. Brasil é
um país muito grande, e sem dúvida não será uma tarefa fácil, mas conto com o
apoio dos dirigentes da CBRu para conseguir este cometido. Só como exemplo, o
próximo fim de semana estarei visitando Manaus durante um torneio de seven
ao que fui convidado a participar. Em meus sete anos de trabalho na UAR, posso
gabar-me de ter trabalhado em todas e a cada uma das províncias (estados) argentinos,
em coordenação com as Uniões provinciais (federações estaduais). O trabalho de
coordenação aqui, sem dúvida, será fundamental para conseguir avançar todos
em conjunto, para que o crescimento da arbitragem seja equilibrada. Tenho
estado em RS três vezes já neste ano, e estou ao tanto da situação da
arbitragem no âmbito da FGR. O dantes possível estarei em contato com suas
autoridades para mostrar-lhes o plano que a CBRu tem para desenvolver a
arbitragem em Brasil.
MT - Já se está trabalhando num Plano de Alto Rendimento
para a arbitragem também, que irá da mão com o Alto Rendimento do Jogo. Minha idéia
é que quanta mais gente participe em sua preparação, a mais gente
abarcará o mesmo. Uma vez que se apresente ao Conselho Diretivo da CBRu e seja
aprovado, se comunicará às Federações Estaduais.
ME - Como
o senhor recebeu o convite para ser gerente de arbitragem da CBRU?
MT - A CBRu comportou-se em forma muito
profissional neste ponto. Chamou a Concurso de antecedentes, sei que se
apresentaram muitos candidatos interessantes, e finalmente, se decidiram por
mim. É um bom momento para agradecer a confiança depositada em mim
por parte do Conselho da CBRu. Espero estar à altura das circunstâncias.
O Música no Esporte desde já
deseja muito sucesso no seu trabalho e agradecemos ao senhor e a assessoria de
comunicação da CBRu na pessoa da Andressa Rufino que muito gentilmente nos atendeu,
gratos.
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