Arbitro Gaúcho na Venezuela – Ricardo Santanna
Conversamos
com arbitro gaúcho de Rugby o Sr. Ricardo Santanna, que esteve na mais recente
edição do Sul-americano Juvenil em disputa na Venezuela, vejamos então o que
eles no disse:
1 ME- Há quanto tempo vens
arbitrando no Rugby?
RS-Estou na arbitragem desde 2009.
2 ME- Para que você
participe de um torneio ou campeonato fora do Brasil, como no caso deste que acabas
de regressar, o da Venezuela, qual o
órgão que te participa qual a entidade?
RS- A
Confederação Sul-Americana de Rugby (CONSUR) designa uma vaga para um árbitro brasileiro.
Cabe a CBRu indicar alguém. Tive a
felicidade de ser o escolhido.
3 ME- Hoje se fala muito
no crescimento do Rugby no Brasil e no mundo, como um esporte que cresce a cada dia, você vê de que
forma nos demais setores esse crescimento?
Por exemplo, na arbitragem que é o setor onde atuas, está sendo feito um
trabalho que da o respaldo necessário?
RS- Desde
o ano passado a arbitragem vem ganhando um espaço maior no cenário nacional. A CBRu sempre que possível propicia inter-câmbios,
seja trazendo educadores ao Brasil, seja proporcionando viagens para torneios
de maior nível. Ainda temos que trabalhar muito e crescer muito dentro da
arbitragem, principalmente com o nível do jogo aumentando cada vez mais, mas
acredito que se está construindo um bom caminho.
4 ME- Atualmente no Rio
Grande do Sul quantos árbitros temos
trabalhando ativamente?
RS- Acredito que ao redor de seis.
C ME-Com o advento da
Olimpíada de 2014, teremos com certeza uma grande exposição de todo esporte
praticado no mundo, o que você acha que isso pode deixar ao Rugby brasileiro,
bem como aos demais esportes?
RS- Se
conseguirmos aproveitar todo o investimento que está sendo feito será um grande
avanço. Não podemos esquecer que 2016 é apenas uma etapa e precisamos continuar
evoluindo em 2017, 2018, etc.
6 ME- O que tens a nos
dizer a respeito do nível das arbitragens e do rugby praticado agora a pouco lá
na Venezuela?
RS- Foi
o terceiro Sul-Americano B que tive a oportunidade de participar e se nota a
evolução de alguns países e o declínio de outros. A Colômbia evoluiu bastante, mas em compensação o Peru,
campeão em 2010 decaiu, ficando em último lugar. O Paraguai, que ano passado
foi rebaixado do Sul-Americano A, estava um nível acima dos outros e com
certeza se pode ver pelo jogo muito duro com o Brasil, apesar de nossa vitória,
pela vaga no Sul-Americano A do ano que vem. Com relação a arbitragem, sempre
se exige o máximo do árbitro em um torneio Sul-Americano. Qualquer
erro repercute e temos que estar focados para minimizar as chances. Se
formou um grande grupo de árbitros durante o torneio e acrediito que todos
realizaram um grande trabalho.

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