terça-feira, 20 de novembro de 2012

Ricardo Santanna

Arbitro Gaúcho na Venezuela – Ricardo Santanna




Conversamos com arbitro gaúcho de Rugby o Sr. Ricardo Santanna, que esteve na mais recente edição do Sul-americano Juvenil em disputa na Venezuela, vejamos então o que eles no disse:
  
1      ME- Há quanto tempo vens arbitrando no Rugby?
       RS-Estou na arbitragem desde 2009. 
  
2    ME- Para que você participe de um torneio ou campeonato fora do Brasil, como no caso deste que acabas  de       regressar, o da Venezuela, qual o órgão que te participa qual a entidade?
      RS- A Confederação Sul-Americana de Rugby (CONSUR) designa uma vaga para um árbitro brasileiro.  Cabe a CBRu indicar alguém. Tive a felicidade de ser o escolhido.
  
3     ME- Hoje se fala muito no crescimento do Rugby no Brasil e no mundo, como um esporte que            cresce a cada dia, você vê de que forma nos demais setores esse crescimento? 
       Por exemplo, na arbitragem que é o setor onde atuas, está sendo feito um trabalho que da o respaldo necessário? 
      RS- Desde o ano passado a arbitragem vem ganhando um espaço maior no cenário nacional. A CBRu sempre que possível propicia inter-câmbios, seja trazendo educadores ao Brasil, seja proporcionando viagens para torneios de maior nível. Ainda temos que trabalhar muito e crescer muito dentro da arbitragem, principalmente com o nível do jogo aumentando cada vez mais, mas acredito que se está construindo um bom caminho.
   
4     ME- Atualmente no Rio Grande do Sul  quantos árbitros temos trabalhando ativamente?
       RS- Acredito que ao redor de seis.
  
C    ME-Com o advento da Olimpíada de 2014, teremos com certeza uma grande exposição de todo esporte praticado no mundo, o que você acha que isso pode deixar ao Rugby brasileiro, bem como aos demais esportes? 
      RS- Se conseguirmos aproveitar todo o investimento que está sendo feito será um grande avanço. Não podemos esquecer que 2016 é apenas uma etapa e precisamos continuar evoluindo em 2017, 2018, etc.

6     ME- O que tens a nos dizer a respeito do nível das arbitragens e do rugby praticado agora a pouco lá na Venezuela? 
       RS- Foi o terceiro Sul-Americano B que tive a oportunidade de participar e se nota a evolução de alguns países e   o declínio de outros. A Colômbia  evoluiu bastante, mas em compensação o Peru, campeão em 2010 decaiu, ficando em último lugar. O Paraguai, que ano passado foi rebaixado do Sul-Americano A, estava um nível acima dos outros e com certeza se pode ver pelo jogo muito duro com o Brasil, apesar de nossa vitória, pela vaga no Sul-Americano A do ano que vem. Com relação a arbitragem, sempre se exige o máximo do árbitro em um torneio Sul-Americano. Qualquer erro repercute e temos que estar focados para minimizar as chances. Se formou um grande grupo de árbitros durante o torneio e acrediito que todos realizaram um grande trabalho.

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