Uma Gaúcha na Nova Zelândia...
Conversamos com Luiza Campos, convocada para a seleção brasileira
feminina, o que deixa o Rugby Gaúcho Feminino repleto de orgulho!
Como podemos observar está é tua segunda convocação, mas o que ocorreu na
primeira vez em que deverias te apresentar?
Bem na verdade eu fui convocada pra jogar o mundial universitário na França
que por sua vez acabou não acontecendo.
Então essa é a primeira vez que vou representar o Brasil.
Então essa é a primeira vez que vou representar o Brasil.
Luiza, conta para nos o que representa pra ti praticar o Rugby?
O Rugby pra mim é um estilo de vida, me apaixonei por ele desde o meu
primeiro treino. Já não conseguia me imaginar vivendo sem treinar e depois que
joguei minha primeira partida parece que se tornou mais víciante ainda.
rugby é um esporte de contato, mas mesmo com tanto contato ele é um esporte que exige muito respeito, treino e dedicação. você tem que respeitar seus colegas e adversários dando no mínimo tudo que você tem no tanque e tem que respeitar o juiz mais do que respeita sua própria mãe.
Se você não se dedica não evolui e não consegue curtir o que ele tem pra dar.
é um jogo de estratégia, necessita que usemos a cabeça também e não somente a força bruta.
E o melhor de tudo é que jogamos com nossos amigos, que se tornam nossas famílias dentro e fora do campo, é um esporte de integração e coletividade inexplicáveis.
rugby é um esporte de contato, mas mesmo com tanto contato ele é um esporte que exige muito respeito, treino e dedicação. você tem que respeitar seus colegas e adversários dando no mínimo tudo que você tem no tanque e tem que respeitar o juiz mais do que respeita sua própria mãe.
Se você não se dedica não evolui e não consegue curtir o que ele tem pra dar.
é um jogo de estratégia, necessita que usemos a cabeça também e não somente a força bruta.
E o melhor de tudo é que jogamos com nossos amigos, que se tornam nossas famílias dentro e fora do campo, é um esporte de integração e coletividade inexplicáveis.
De que forma o Rugby entrou em tua vida?
Eu conheci o Rugby através de uma amiga minha, que tinha recém começado
a praticar e disse que era muito legal, como eu estava a um tempo querendo
voltar a fazer algum esporte fui conhecer esse tal de Rugby, cheguei ao local
do treino e olhei homens e mulheres gordos, magros, altos, baixos, todos juntos
treinando se divertindo aquilo me cativou de tal maneira que até hoje quando
acordo em dia de treino fico mais animada que criança na manha de natal.
E como é essa viagem com passagem pela Nova Zelândia, vai ser bacana estar no país onde se joga o fino do Rugby?
Nossa nunca na minha vida sonhei em ir pra este lugar onde Rugby é
jogado dentro da barriga das mães. Fico muito feliz em poder ter esta
oportunidade e vou tentar sugar e aprender tudo que eu poder lá pra quando eu
voltar poder ajudar meu time e o esporte que eu amo a crescer mais ainda no Brasil.
Ser convocada sem dúvida é um prêmio ao trabalho, mas também uma
responsabilidade, fale um pouco sobre isso?
Realmente venho trabalhando muito duro ao longo desse ano que entrei na
seleção e antes disso também, mas é realmente uma grande responsabilidade e um
peso estar vestindo as cores do Brasil e representando o mesmo La na NZ, mas é
sempre bom saber que tudo que tenho feito tem dado resultado e concretiza
quando chegar La vai dar tudo de mim e muito mais.
De que forma estas vendo a evolução do Rugby no estado e no pais de um modo geral?
Eu jogo Rugby há apenas três anos, mas nesses três anos já posso notar
que aqui no Rio Grande do Sul teve uma grande evolução, tanto na quantidade de
atletas praticantes quanto na qualidade do Rugby do nosso estado, temos um time
que disputa o super 10 (Farrapos Rugby Clube), meu time ano passado terminou em
quarto lugar no Campeonato Brasileiro que aconteceu em Embu das Artes. No país
a coisa não é diferente todos os anos o numero de atletas aumenta
gradativamente, os jogos ficam mais duros e com mais qualidades, tenho visto
muitos times com categorias de base que é o mais importante pra evolução do
esporte.
O que tu achas que poderia ser feito e não está sendo para crescimento do Rugby?
Acho que o Rugby esta no caminho certo, agora que vai voltar a ser um
esporte olímpico as pessoas vão começar a olhar com outros olhos pra ele, vai
ter mais incentivo, mais espaço na TV e nos jornais o que vai tornar tudo muito
mais fácil para quem pratica e quem gosta do esporte.
O teu clube o Charrua tem a preocupação de formar uma escolinha, esse trabalho na base, como esta?
No Charrua a gente tem uma escolinha para crianças de até 14 ou 15 anos,
e vem aumentando o numero de crianças e diminuindo a idade em que elas entram,
tem crianças de 6 anos até uns 14. Temos planos para em 2013 entrarmos com um
projeto no governo para nos ajudar, mas infelizmente não sei muito bem como é
isso e como está rolando.

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