terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Responsabilidade Social - Santa Maria


Bom dia!

Este blog tem por objetivo apenas informar e divulgar o esporte e a música de maneira tranqüila e independente, porém hoje após a Tragédia de Santa Maria na “boate “, que vitimou mais de 230 pessoas. Quero apenas manifestar meu pensamento, depois de ouvir vários especialistas e pessoas que de alguma forma poderiam fazer algo que se não evitasse o ocorrido teria sim minimizado e em muito essa tragédia. Penso que não basta apenas prender proprietário de boate, de banda, sim deve-se apurar mais e ir muito além destas pessoas, se não seja o Município (prefeito) e secretarias responsáveis pelos alvarás, Brigada Militar (Bombeiros) e pelo que vejo só com uma ação da sociedade de maneira organizada porém com veemência vai conseguir fazer algo real e verdadeiro como a dor de cada Pai e cada Mãe, que perdeu o que tinha de mais lindo em suas vidas, porque é sabido que se eu que sou pai ou você ai que está lendo não nos mobilizarmos muito pouco ou quase nada será feito.

Segue abaixo comentários e entrevistas concedidas por “especialistas” ...


“Não há problema que não seria corrigido em cinco dias de trabalho", diz especialista
Após incêndio que vitimou 231 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria, na região central do Rio Grande do Sul, a fiscalização e o cumprimento das normas de segurança dentro de casas noturnas ganhou o ápice das atenções. Em entrevista ao programa Gaúcha Atualidade, o especialista em gerenciamento de crise e prevenção de riscos, Moacyr Duarte, disse que não há complexidade por trás da perda dos jovens na tragédia que assolou a cidade.
- Não há problema que não seria corrigido em cinco dias de trabalho - salientou ao destacar que bastava uma vistoria atenta às normas de segurança do local para evitar consequências com tamanha dimensão.
Moacyr Duarte elencou algumas normas básicas que já fariam a diferença para evitar tragédias como a de Santa Maria: aviso de incêndio, iluminação adequada, orientação das rotas de fuga e, sobretudo, o bom senso, para garantir o fluxo das pessoas em situações de emergência.

Smic admite que a lei que regula a fiscalização das casas noturnas precisa mudar

A prefeitura de Porto Alegre vai reavaliar a legislação que regula a fiscalização das casas noturnas do município. Ontem, após reunião com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, o prefeito José Fortunati anunciou maior rigor no controle desses estabelecimentos para aumentar a segurança dos frequentadores.
Segundo o coordenador de fiscalização da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio (Smic), há cinco etapas para que uma casa noturna entre em funcionamento: estudo de viabilidade, análise do projeto arquitetônico pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov) para emissão do Habite-se, avaliação do projeto de prevenção contra incêndio por parte do Corpo de Bombeiros, encaminhamento do alvará para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) para depois receber o aval final da Smic. José Fernando de Godoy admite que a lei precisa mudar.
- Nós precisamos reavaliar todas as instâncias relativas a essa questão do licenciamento, da fiscalização, da legislação, tudo o que envolve o funcionamento das atividades comerciais - disse.

A cada pai, a cada mãe, a cada um que perdeu alguém especial, o meu mais profundo carinho, e muita força...

Haroldo de Souza Neves

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