Bom dia!
Este blog tem por objetivo apenas informar e
divulgar o esporte e a música de maneira tranqüila e independente, porém hoje
após a Tragédia de Santa Maria na “boate “, que vitimou mais de 230 pessoas.
Quero apenas manifestar meu pensamento, depois de ouvir vários especialistas e
pessoas que de alguma forma poderiam fazer algo que se não evitasse o ocorrido
teria sim minimizado e em muito essa tragédia. Penso que não basta apenas
prender proprietário de boate, de banda, sim deve-se apurar mais e ir muito
além destas pessoas, se não seja o Município (prefeito) e secretarias responsáveis
pelos alvarás, Brigada Militar (Bombeiros) e pelo que vejo só com uma ação da
sociedade de maneira organizada porém com veemência vai conseguir fazer algo
real e verdadeiro como a dor de cada Pai e cada Mãe, que perdeu o que tinha de
mais lindo em suas vidas, porque é sabido que se eu que sou pai ou você ai que está
lendo não nos mobilizarmos muito pouco ou quase nada será feito.
Segue abaixo comentários e entrevistas concedidas
por “especialistas” ...
“Não há problema que não seria corrigido em
cinco dias de trabalho", diz especialista
Após
incêndio que vitimou 231 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria, na região
central do Rio Grande do Sul, a fiscalização
e o cumprimento das normas de segurança dentro de casas noturnas ganhou o ápice das atenções. Em
entrevista ao programa Gaúcha Atualidade,
o especialista em
gerenciamento de crise e prevenção de riscos, Moacyr Duarte,
disse que não há complexidade por trás da perda dos jovens na tragédia que
assolou a cidade.
- Não há problema
que não seria corrigido em cinco dias de trabalho - salientou ao destacar que
bastava uma vistoria atenta às normas de segurança do local para evitar
consequências com tamanha dimensão.
Moacyr
Duarte elencou algumas normas básicas que já fariam a diferença para evitar
tragédias como a de Santa Maria: aviso de incêndio, iluminação adequada,
orientação das rotas de fuga e, sobretudo, o bom senso, para garantir o fluxo
das pessoas em situações de emergência.
Smic admite que a lei que regula
a fiscalização das casas noturnas precisa mudar
A prefeitura de Porto Alegre vai
reavaliar a legislação que regula a fiscalização das casas noturnas do município. Ontem, após reunião com
a presidente Dilma Rousseff, em Brasília, o prefeito José Fortunati anunciou maior
rigor no controle desses
estabelecimentos para aumentar a segurança dos frequentadores.
Segundo
o coordenador de
fiscalização da Secretaria Municipal da Indústria e Comércio (Smic),
há cinco etapas para que uma casa noturna entre em funcionamento: estudo de
viabilidade, análise do projeto arquitetônico pela Secretaria Municipal de
Obras e Viação (Smov) para emissão do Habite-se, avaliação do projeto de
prevenção contra incêndio por parte do Corpo de Bombeiros, encaminhamento do
alvará para a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) para depois receber
o aval final da Smic. José
Fernando de Godoy admite
que a lei
precisa mudar.
- Nós precisamos
reavaliar todas as instâncias relativas a essa questão do licenciamento, da
fiscalização, da legislação, tudo o que envolve o funcionamento das atividades
comerciais - disse.
A cada pai, a cada mãe, a cada um que
perdeu alguém especial, o meu mais profundo carinho, e muita força...
Haroldo de Souza Neves
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