Garantido até 2016, Rubén diz: 'Ficar como figura decorativa não interessa'
Com contrato para mais um ciclo olímpico, técnico garante que não vai se acomodar: 'Sou uma pessoa que quer buscar os próprios desafios'
Antes mesmo do anúncio da pré-lista para os Jogos de Londres, veio a notícia: desde 2010 à frente da seleção brasileira, Rubén Magnano havia acertado a renovação de seu contrato até 2016. Com a garantia de liderar o Brasil por mais um ciclo olímpico, o treinador argentino comemorou. Mas a permanência, segundo ele, não é sinônimo de acomodação.
- A principal capacidade de um condutor deve ser ouvir. Dentro do meu contrato, por exemplo, me interessa muito saber o que eles querem de mim, como posso ajudar ainda mais, que programação vamos seguir. Temos uma ideia e vamos ver como podemos fazer isso. Ficar como uma figura decorativa nao interessa. Sou uma pessoa que quer buscar os próprios desafios. Eu preciso disso, me alimento disso. Eu quero que eles me cobrem para ver como ainda posso ajudar mais.
Com o contrato assinado, Magnano está tranquilo. Não se preocupa com o caso de uma campanha ruim nos Jogos de Londres. Acostumado a lidar com a pressão por resultados, o treinador se diz feliz com a confiança da Confederação Brasileira de Basquete em seu trabalho.
- Sempre vivi dependendo de resultados. Ainda que campeão, já fui embora de um time. Eu me sinto muito feliz, muito orgulhoso. E me dá muita felicidade que a CBB continue confiante em mim. Tenho muito trabalho pela frente. E eles avaliarão como está meu trabalho, seguramente.
As eleições para presidente da CBB no ano que vem também não preocupam. Mesmo com a possibilidade de uma troca de comando na entidade, Magnano diz estar tranquilo.
- Não há uma cláusula de contrato (sobre uma mudança na presidência). Não me interessa esse lado político. . Espero que, se vier, a nova condução continue trabalhando do mesmo jeito. E espero que também goste de mim - risos.
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